As 10 melhores coisas de Melbourne

Becos, lojas escondidas, bares escondidos e muita, mas muita arte de rua. Melbourne e seu clima gelado durante a maior parte do ano, ganharam meu coração.

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das muitas viagens da vida

trabalhei um tempo fazendo livros. já tinha perdido o hábito da leitura, quando fui trabalhar em uma editora-sonho.

uma das melhores experiências da vida, enquanto o livro era impresso e eu tinha que esperar (as vezes por horas) o próximo caderno entrar em máquina, eu lia alguma seqüência de páginas, ainda na prova de imposição, e aos poucos fui voltando a descobrir o quanto os autores com uma frase, podem mudar o curso da nossa história.

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hoje enquanto eu ia ao trabalho e lia O Fazedor de Velhos, pensei em quantas vezes eu já havia reimpresso aquele livro, sem lê-lo. e mais uma vez, eu me teletransportei e constatei o quanto leitura e viagem são a mesma coisa.

o livro tem seqüências boas, envolvimento com os personagens, um dia-a-dia tão simples, tão importante, que penso ser capaz de reconhecer o personagem na rua, e o cumprimentar, se o encontrasse.

mas eu quero dizer sobre viagem.

o livro é uma vida paralela que observamos. os personagens refletem em nossa vida, na nossa verdade, na nossa integridade. seus pensamentos fazem-nos olhar pra dentro. desde querer ser melhor, até não querer, querer fazer igual, ou mudar tudo. assim como uma viagem.

o retrato do tempo e lugar, atitudes e costumes, regras e liberdades nos fazem quase materializar o que a gente não viveu. aos poucos a história do personagem vira lembrança. assim como a nossa lembrança das viagens mais incríveis viram história.

outra semelhança inconteste é que a pré-disposição em entender a história e entender o enviroment de para onde vamos, é a mesma. assim como a resignação de si, para o que o mergulho possa acontecer.

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e precisa vir do coração.

que viagem, né?

que viagem!

Mudança – Mo Yan

O fazedor de Velhos – Rodrigo Lacerda

Opisanie Swiata – Vanessa Stigger

Trash – Andy Mulligan

Mary Poppins – P. L. Travers

Um, dois e já – Inês Bortagaray

K – Bernardo Kuscinski

MUDANÇA DE PLANO DE VÔO

Mudar é preciso.

As vezes a fórceps.
Maioria das vezes sem querer.
Sempre por necessidade.

Não escolhemos muitas coisas na vida, hoje tenho consciência plena disso, o que faz com que cada coisa que escolhamos torne-se valiosa.

Por isso é difícil mudar. Deixar velhos hábitos, crenças e amores que um dia fizeram parte da sua decisão, mudarem de rumo.

No entanto, procuro não enfatizar o que é difícil.
Prefiro pensar em todas as coisas boas que estão acontecendo, na nova ótica que a vida (e Deus) está me proporcionando.

Em tudo de incrível e inesperado que está vindo.

Em como o mundo gira.

Em como nada e tudo são para sempre.

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