Praia do Guaiúba e sem carro. 

Cada vez mais conheço pessoas que optaram por não ter carro, e que até nem dirigem. Essa onda de camelos cresce cada vez mais em São Paulo e no mundo. E antes fosse pela consciência de emissão de carbono, mas as pessoas estão deixando de ter carro pelo crescimento das alternativas de locomoção, aumento da violência e chancelada pelo custo de se ter e manter um carro na maior metrópole da América Latina, estão nos levando para esse caminho sustentável. Continue lendo “Praia do Guaiúba e sem carro. “

O job dos sonhos, Remote Year

[quase] Todo mundo já pensou em largar tudo e ir viajar, certo? Mas daí você pensa que precisa sobreviver, e o que mais pesa nessa hora [depois da família] é o seu emprego.

mas e se você pudesse trabalhar remotamente enquanto viaja pelo mundo?hahahaha

Não dá pra imaginar, né? Mas é possível!

o Remote Year é um programa idealizado para propor uma forma diferente de trabalho. Provar sim, que a gente pode viajar e trabalhar remotamente, assim como funciona o nosso hoje tão amado WordPress, por exemplo.

com isso, os responsáveis pelo projeto entrevistaram e selecionaram 100 candidatos do mundo inteiro para essa trip-job. Serão 12 meses, 12 destinos ao redor do mundo se divertindo, conhecendo gente e claro, TRABALHANDO!

a Fernanda Prats, foi a brasileira selecionada dentre 25mil inscritos para participar do Remote Year 2015 ,que começa nessa quarta-feira 1 de junho de 2015.

Fernanda Prats
Fotos: Marcos Duarte

amiga de amigos [e muito gente boa], a Fer vai rodar o mundo gerando conteúdo de moda e comportamento, decorrentes da avalanche de cultura que vai receber durante esse próximo ano.

Dá pra acompanhar tudo pelo insta dela o @pratserie

parte da viagem é financiada pelo próprio participante, logo, a Prats vai gerar esse conteúdo todo riquíssimo para nós [brasileiros, amantes de cultura, viagem e todas as coisas boas da vida], empresas e editoras mais modernas e antenadas.

Fique ligado!

siga-a no insta e acompanhe as matérias no facebook! Afinal não é todo dia que a gente tem um ‘chegado’ nessa rota. 😉

olha só o itinerário:

Europa

Itinerary - Remote year 2015 - Europe
http://www.remoteyear.com/itinerary/

Ásia

Itinerary - Remote Year 2015, Asia
http://www.remoteyear.com/itinerary/

América Latina

http://www.remoteyear.com/itinerary/
http://www.remoteyear.com/itinerary/

deu vontade, né?

oportunidade única, da vida, pra quem é muito competente!

Parabéns e Boa Viagem, Prats!

Fontes:

Remote Year http://www.remoteyear.com/itinerary/

Release: http://lamp2me.com.br/domundo/index.php/25-release

vem saber tudo de Bonito!

O que fazer em Bonito, MS?

Bonito virou meu lugar do coração! um verdadeiro paraíso no meio do Brasil.

Resolvi fazer esse post único, com mitos e verdades de Bonito, e várias dicas bacanas pra te dar aquele empurrãozinho a fazer as malas rumo a este paraíso.

Vamos lá!

Como funciona Bonito?

Bonito é uma cidade no interior do Mato Grosso do Sul, pouco mais de 300km de Campo Grande, ao sul do estado. Esta região, ao fim do Pantanal e aos pés da Serra da Bodoquena, foi privilegiada com um solo mineral diferenciado, e nisso, várias belezas se revelaram na região,  sendo que a maioria delas estão dentro de propriedades particulares.

Os preços dos passeios são tabelados [confira aqui], e os custos ficam em aproximadamente R$170,00 cada atração. Apesar de meio salgado, as atrações são maravilhosas e completas (vestiário, algumas com almoço, recepção, redário e equipamentos inclusos).

Valeu a pena cada centavo!”

O turismo de Bonito é um exemplo do organização e preservação. Além de terem criado o Voucher Único, que proteje o turista de aproveitadores e overbooking, os passeios tem regras ambientais e visitação diária limitada para garantir a preservação do lugar. Show de exemplo!

Onde ficar em Bonito

Eu sempre dou preferência aos Hostels. Isso porque é muito fácil de conhecer gente, trocar informações, experiências e fazer amizade. Fiquei no Bonito Hostel pela segunda terceira vez e foi demais! O bom desse hostel, é que [além das pessoas incríveis que trabalham lá ] tem uma agência de turismo lá dentro. Isso facilita demais a marcar/desmarcar os passeios.

Além do preço da hospedagem ser muito bom, o Hi Hostel é mega organizado, muito limpo e lindo!

Com a carteirinha de alberguista [que eu fiz lá mesmo – por R$30,00] a hospedagem ficou por R$38,00/dia [baixa temporada – quarto compartilhado com 6 pessoas]. Ou seja, 10 dias são R$380,00! =O

Ah, o colchão deles é muito bom! hahaha [quem tem dores nas costas, sabe da importância dessa informação]. Além de chuveiros quentinhos.

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 Deslocamento

Para chegar até Bonito fui de avião de São Paulo (GRU) para Campo Grande (CGR). Do Aeroporto de Campo Grande, a melhor alternativa até Bonito são as Vans, (consulte os horários com o Hostel/Hotel) que te deixam no seu hotel ou albergue em Bonito.

O valor é R$100,00 só a ida, e dá pra pagar em dinheiro, no momento do embarque.

Existe aeroporto em Bonito, com voos operados pela Azul. Se a promoção for boa, vale a pena!

Eu fui de Van e curti muito a paisagem rural até Bonito. São aproximadamente 4h de estrada.

O transporte até os passeios não está incluso no preço dos passeios, por isso vale a pena consultar na agência de turismo – reserva@bonitohostel.com.br, qual a melhor forma de se deslocar para cada atração.

Dentro de Bonito é possível:

– alugar Bikes: cerca de R$ 25,00/dia,

– Mototáxi: de R$30 a R$40,00 – ida e volta com hora combinada

– Táxi: preços tabelados – sem taxímetro; preços variam de acordo com o trajeto.

– Transfer compartilhado: de R$ 30 a 60,00/pessoa / ida e volta

– Transfer particular: Cerca de R$ 60,00/pessoa / ida e volta

– Aluguel de carro: Caso você vá acompanhado, vale a pena cotar o aluguel pois em muitos casos a economia é muito boa. Além dos locais serem bem sinalizados, Bonito tem um mapinha bem bom e fácil de seguir.

O problema de alugar carro é que depois do passeio você esta moído, e ainda vai ter que dirigir por quase 1h. Além disso as estradas são MUITO esburacadas e sem posto de gasolina ou qualquer estrutura de emergência. Além disso em muitos pontos não têm sinal de celular.

Para ir ao centrinho da cidade, o Hostel ficou cerce de 2km de distância, suuuuper tranquilos e seguros de caminhar.

O que Fazer em Bonito

Com certeza você já ouviu falar em Bonito, de todas as maravilhas e principalmente da água cristalina. Veja só as imagens abaixo das trip que fiz esse ano pra lá.

 

Lagoa Misteriosa – Mergulho de cilindo e Flutuação

Localizada no município de Jardim – MS, a 50 km de Bonito. O mistério é justamente a profundidade da Lagoa: já desceram 220m e ainda não encontraram o fundo.  A vista é  incrível, e lá tem opção de mergulho com cilindro (para habilitados e batismo) ou Flutuação. A visibilidade dentro da Lagoa, pode chegar a 60m!

Ela só abre durante o inverno (maio a setembro), por conta da ploriferação de algas durante o verão.

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RIO DA PRATA

O Parque Ecológico Rio da Prata é a atração mais completa de Bonito.
Tem ótima estrutura e instrutores super atenciosos, um almoço delicioso [gente, o que é aquele doce de leite?] e vida natural abundante.
Além da organização impecável, trata com real seriedade a questão preservação do meio ambiente.

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RIO DA PRATA, JARDIM- MS
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RIO DA PRATA, JARDIM- MS
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RIO DA PRATA, JARDIM- MS

BOCA DA ONÇA – TRILHA E CACHOEIRA

O Boca da Onça é um passeio com trilhas e cachoeiras localizado no município de Bodoquena, próximo a Bonito, MS.

O passeio consiste numa trilha de peso médio, com 9 cachoeiras, e dessas 4 paradas para banho. Há opção de rapel, que aliás é o rapel de plataforma mais alto do Brasil.

As cachoeiras e praias ficam aos pés do Rio Salobra, um dos mais bonitos da região.

O almoço e estrutura são fenomenais. 2 piscinas naturais para curtir o resto do dia.

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BOCA DA ONÇA – BODOQUENA, MS
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BOCA DA ONÇA – BODOQUENA, MS.
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BOCA DA ONÇA – BODOQUENA, MS

Barra do Rio Sucuri – Flutuação

Flutuação na 3a água mais cristalina do mundo! Esse Rio é realmente incrível.

Subimos o rio de barco – remando, e descemos 1,5 Km flutuando!

 

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Barra do Rio Sucuri, Bonito – MS

 

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Barra do Rio Sucuri, Bonito – MS

 

 

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Barra do Rio Sucuri, Bonito – MS

 

Leve: Máquina subaquática, ou alugue nas agências por cerca de R$40,00

Duração: 1 período.

Rio do Peixe

Percurso de cachoeiras lindas! Trilha bem leve, e fazenda com muitos animais. ❤

Eu escolhi esse passeio justamente por conta da quantidade de animais silvestres nessa fazenda. Dei comida pro macaco, tirei foto com arara no ombro, fiz carinho na barriga da Gigi [a anta] e me diverti muito na tirolesa.

 

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Rio do Peixe

 

 

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Rio do Peixe

 

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Leve: Eu me resolvi bem com a capinha aquática para o Iphone, da Dicapac. Levei minha própria máscara também e foi bem bacana!

As trilhas podem ser feitas de chinelo, pois são bem leves.

Duração: o dia todo.

Nascente Azul

Flutuação em uma nascente incrível! Dá pra fazer o mergulho em apnéia, e chegar em até 7m de profundidade.

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Nascente Azul
Foto: Daniel Freire
Foto: Daniel Freire

Leve: Máquina Subaquática. Lá, tem um fotógrafo que pode fazer fotos suas. O CD custa R$ 60,00

Para alugar a máquina no hostel, o valor é de R$ 40,00.

Duração: dia todo.

Ceita Corê

Percurso de cachoeiras, com contemplação de uma nascente. A fazenda é muito bonita e tem um almoço delicioso.

 

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Ceita Core

 

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Ceita Core

 

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Ceita Core

Leve: Troca de roupa, capinha para o celular ou câmera subaquática, máscara, chinelo.

 

Balneário Municipal

Day Use de um balneário. É um passeio bem local, e barato. A entrada custa cerca de R$30,00, e é possível chegar lá e mototaxi por mais R$30,00 – ida e volta, ou, se tiver perna, pode alugar uma bike por volta de R$25,00. São 9km de distância do Bonito Hostel, só ida.

Tem bastante peixe pra contemplar, restaurantes e vestiário.

Leve: Máscara e snorkel – se tiver – se se não tiver pode alugar por lá também; Máquina fotográfica e Dinheiro, pois lá o sinal de internet e telefonia é bem ruinzinho, pode ser que as máquinas de cartão não funcionem.

Alguns quiosques tem guarda-volumes, uns cobram por eles e outros não cobram nada se você consumir no local. Vale pesquisar.

 

 

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Balneário Municipal, Bonito – MS

 

 

 

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Balneário Municipal, Bonito – MS

 

Parque ecológico do Rio Formoso

Eu já mencionei que amo animais, né? Pois é, em Bonito tem uma das melhores cavalgadas que já fiz na vida, no Parque ecológico do Rio Formoso.

Quem gosta de cavalo, cavalgar ou até quem tem muito medo, pode fazer esse percurso. Lá no Parque, eles tem cavalo de muitos perfis, desde o mais calmo, até o mais agitadinho.

Esse percurso tem duração de 1h30 – 2h. Passa por invernadas, mata fechada, parada para banho e até uma pistinha que, para quem curte, pode dar uma galope =P

Neste parque, o idéal é passar o dia. Além de ter um dos melhores almoços de Bonito, tem um lago com Kaiaque, SUP, tirolesa e Boia Cross.

Sem falar na Chiquita, um cateto que mora no parque, e que acompanha a cavalgada com a gente.

Para chegar no parque, fui de Mototaxi por R$30,00 – ida e volta com o seu Ramón, fofo.

O valor da cavalgada é R$65,00, do almoço foi R$30, e eu usei o parque o dia todo.

O Boia Cross o custo é a parte, cerca de R$60,00.

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 Projeto Jibóia

Um dos projetos mais legais de Bonito, visa a desmistificação das cobras para sua preservação. Através de informação correta e experiência agradável, o Henrique te mostra a importância desses animais no nosso ecossistema, o quanto é bom preservá-los, como se proteger, e como agir em caso de um acidente ofídico.
Eu sou muito fã desse trabalho [já fui 2 vezes a essa palestra] e amo o jeito engraçado [quase um stand-up  – vá bem relax e de bom humor hahahah]
Eu sempre tive medo de cobras, e outros animais, mas aos poucos esse medo tem ido embora, e tem ficado mesmo só o respeito por eles.
Todas as noites, as 19h.
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Projeto Jibóia, Bonito – MS

Mesmo com 15 dias em Bonito, não consegui conhecer tudo o que quis por conta de grana! Listei alguns passeios abaixo que não fiz, mas que podem entrar tranquilamente na lista de qualquer um.

é difícil escolher o melhor passeio. pois cada um tem a sua beleza, seu ponto forte e que agrada a cada um de uma forma diferente. [isso você vai ouvir de muita gente].

Abismo Anhumas – Maior aventura do Brasil. 72m de rapel, e depois mergulho ou flutuação.

Aquário natural. – Fui em 2013. Leia aqui.

Gruta do Lago Azul/São Miguel – Cartão postal de Bonito. Fecha em algumas épocas do ano. Por isso vale a pena ficar antenado. Leia aqui.

 

Vida Noturna

Bonito não é pra quem quer se matar na balada, rs. É mesmo bem tranquilão. Mesmo assim, dá pra conhecer muitos restaurantes bons e se divertir com a galera. Abaixo fiz uma listinha dos gostosos e imperdíveis.

Casa do João, é um restaurante muito tradicional e delicioso de Bonito. Vale muito a pena comer as delícias como Costelinha de Pacu, caldo de piranha e a famosa Piraputanga.

o Taboa Bar é um bar mega tradicional também. A noite tem música ao vivo, bem boa, com comidinhas boas como carne de sol, mandiocas e um Caldo Pantaneiro divino!

O Será o Benedito é mais pra curtir a partir das 22h. Tem musica ao vivo e é bem legal! Vira e mexe tem um sambão. rsrs

o restaurante Tapera também é bem tradicional. Não fui (afinal, se eu fizer tudo hoje, que vou fazer da próxima vez? haha) MAS é um dos Must Go!

NO Pantanal, comi isca de jacaré, torresminho de peixe e pirão, que estavam bem gostosos.

Um dos campeões de frequência foi o OCA, que se entitula A casa da madioca. Bonito, com musica ao vivo e barato, é uma excelente opção para jantares sem compromisso. A mandioca Recheada é sucesso (por cerca de R$18,00) e a Tapioca de R$10,00 também é campeã.

 

Dicas importantes!

Bancos: Os únicos bancos em Bonito são: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Bradesco. Ou seja, tudo que você tiver pra sacar no Itaú, saque no aeroporto em Campo Grande, ou na sua cidade mesmo.

Desmarcar passeios: com 48h de antecedência. Os meninos da agência sempre ajudam quando dá, mas via de regra é o mínimo.
Não faça trilhas descalço! A vegetação tem alguns espinhos que podem estragar o passeio!
As roupas de Neoprene fornecidas nos passeios, são ótimas, mas padrão único. Eu comprei minha própria roupa – depois de muita procura – pois para quem tem o corpo e estatura como eu, é super desconfortável esse padrão europeu de magreza e altura.
Eu paguei cerca de R$89,00 na roupa da Triboard, na Decathlon – 3mm, modelo Shorty feminino, e arrasei! rsrs A roupa ficou ótima e zero desconforto.
A máscara e snorkel também são fornecidas nos passeios de flutuação, mas como pretendia usar mais vezes, acabei comprando o meu equipamento. Comprei na loja Mar e Sol, que entrega em todo Brasil.
 Orçamento da viagem
 Rapidamente e resumidamente, em Bonito eu gastei:
R$480,00 para 15 dias de hospedagem no Bonito Hostel – com café da manhã delicioso
R$850,00 com passeios e deslocamentos
R$300,00 com passagens aéreas + ida para Bonito (a Volta foi de carona, com um casal super querido que estava voltando no mesmo dia para Campo Grande).
Se você estiver planejando sua ida pra Bonito, MS, e tiver alguma dúvida ou precisar de qualquer dica, pode me contatar que ficarei super feliz em ajudar! bah.almeida89@gmail.com
Essa viagem muito especial, pois conheci pessoas incríveis, de todos os lugares do Brasil, de todas as profissões que se possa imaginar. Muitas histórias, muito afeto e o mais importante, muito respeito.
é isso! vem pra Bonito!

como fazer um roteiro de viagem?

pode acontecer da gente decidir viajar, com um amigo ou sozinho mesmo, e nem saber por onde começar.

olha, eu sou do tipo que amo fazer meu próprio roteiro ( pra mim, uma das melhores partes da viagem) e acho que posso ajudar com algumas dicas de por onde e como começar.

não curto muito pacotes, eu mesmo compro a passagem e faço todo roteirinho e as pesquisas. é demais!

Roteiro de Viagem

1 – lista dos lugares sensacionais

bem, primeiro de tudo, independente do destino, faça uma lista de todos os lugares legais e sensacionais do país, estado ou cidade que vai conhecer.  e se não souber nem o que tem pra fazer de legal, é só dar-um-Google, que rapidinho consegue encontrar.

Nas cidades mais pacatas, eu sempre entro no site da secretaria de turismo, procuro sobre o mercado municipal, festas típicas e no Trippics a gente sempre acha alguma coisa.

bem, faça essa lista sem se importar a priori, com custo, tempo e onde fica. simplesmente saia listando os locais e curtindo essas tais fotos incríveis.

2 – time is money

depois de listar esses lugares, selecione os mais legais e veja se cabe nos dias em que vai estar lá, considerando os deslocamentos necessários. nesta fase, sempre acabo olhando passagens de avião, para ir e vir (alguns lugares precisam de deslocamento aéreo). Ex.: Nasca no Peru; Johannesburg na África do Sul, e etc..

junto com esse tempo, já veja também os valores de cada passeio. assim já poderá prever mais ou menos quanto reservar  e como dividir a verba para as atrações.

3 – divisão da verba

costumo dividir a verba da viagem por segmento: atrações, hospedagem, passagem e comida-compras.

cada destino tem um segmento mais importante e é nesse segmento que sugiro destinar a maior parte da verba.

Me explico: se o destino for Nova Zelândia, a maior parte da verba vai ser no segmento Atrações. Já em Paris, destinaria a maior parte da verba para Hospedagem e Comida-Compras (haha).

Isso ajuda muito se a grana for curta, pois você consegue definir prioridades, e na hora de escolher onde vai ficar e incentiva a economizar em alguns itens.

4- Escolher onde ficar

Eu sempre tive pânico de hostel. Peguei uns beeeem ruins na África do Sul (principalmente em Jeffrey’s Bay). Mas, depois que eu conheci o Hi Hostel, minha vida mudou. Só tem hostel legal, no mundo inteiro e por um preço IN-CRÍVEL.

No site deles Hi Hostels Brazil você localiza as unidades credenciadas pelo Brasil todo. Na próxima trip, vou ficar de novo no Hi Hostel de Bonito e também em um hostel da rede na Pampulha. Depois conto detalhes. =P

Hostel é muito legal, como eu falei, mas sinceramente, não abro mão de ficar uns diaszinhos em algum hotel mais gostosinho. O hostel é muito bom, e dividindo quarto você conhece muita gente bacana, e é mais legal ainda quando você viaja sozinho. Maaaas nada como tomar um banhão em um mega chuveiro, né? rs

Com isso, sempre faço isso: a viagem toda em hostel, e 1-2 dias em hotel mais gostosinho pra relaxar bastante.

funciona, vai por mim.

5 – caderninho de bordo 

no final das contas, eu anoto tudo em um caderninho de bordo. nele, eu consigo fazer listas do que levar, do que falta, dos “to do” e que depois, ainda serve como caderninho SOS de telefones úteis, dados das passagens, voos e horários.

Ele é mil por cento útil (e salva a vida) quando acaba a bateria do celular.

 

6- roteiro não é prisão

nao quer dizer que porque você fez um roteiro, tenha que o seguir a qualquer custo. mesmo porque, coisas muito melhores e inesperadas podem surgir no meio da viagem. por isso, sempre deixe 2 dias sem atividade, e só reserve antecipadamente o que for imprescindível (ou muito lotado sempre). Sempre pode chover, mudar o tempo, ou sei lá. seja aberto a mudanças de plano e deixe o destino te surpreender.

bem, é isso.

espero ter dado dicas boas e te inspirado a procurar novos destinos e a fazer seu próprio roteiro.

un beso y un queso.

Jardim Botânico – Curitiba, PR

visitei o jardim botânico no ano passado.

minha prima-irmã casou e foi-s’imbora pro Paraná. a visita foi massa, mas doída, por saber que em breve estaríamos quase 700km mais longe uma da outra.

chororôs a parte, quero dividir como foi a viagem e claro, deixar algumas dicas sobre o lugar.

A viagem e sí não foi super turística. Nosso destino era a praia de Caiobá, litoral paranaense, mas só choveu. aproveitamos um violão, bagunça e muita risada, luau a noite e tudo.

Na volta é que fomos visitar o Jardim Botânico de Curitiba.

Posso falar? O lugar é lindo e me surpreendeu demais. Realmente é uma das maravilhas do Brasil.

A atração

Primeiro que o jardim é super bem cuidado, impecavelmente bonito. A estufa então, é demais. Abriga muitas espécies nativas, uma fonte d’água, e tem vista dos vários andares. toda a estrutura é armada, de treliças. O que te dá visão para todos os lados do parque e da estufa.

O Jardim inteiro ainda tem um percurso atrás da estufa, com mais plantas, fontes e muitas árvores. Todas nomeadas, e algumas com curiosidades. A vista do entorno é repleta de araucárias. aliás,  o percurso todo de SP para CTBA pela Régis Bittencourt é lindíssimo e cheio de florestas e florestas de araucárias.

DICA IMPORTANTÍSSIMA: Menina, não vá de saia! todos os andares são de um tipo de treliça e quem tá embaixo vê tudo! rs

Olha algumas fotos que tirei:

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Penicilina - Jardim Botânico de Curitiba

Como ir

Para chegar até lá, fui de ônibus até o Terminal Rodoviário do Tietê, comprei a passagem por R$99,00 rumo a Curitiba.

(os preços das passagens variam de R$ 75,00 a 120,00 – depende do horário, tipo de ônibus e viação. Eu fui pela Cometa)

A viagem é longa. Durou cerca de 7 horas em um ônibus leito com wifi e cobertor. Bem, eu dormi bem mal. estava super mal colocada naquele assento, minhas perninhas pequenas ficaram penduradas, logo meu pé inchou, e dai já viu!

O bom é que a gente pega o nascer do sol na serra. e é lindo! ❤

Detalhes gerais sobre o Jardim

Fica na Rua Eng°. Ostoja Roguski, s/n°. – Jardim Botânico.
Tel: (41) 3264-6994 (Administração) / 3362-1800 (Museu).

Funciona das 06h00 às 20h00 – durante o horário de verão.
Das 06h00 às 19h30 – durante o horário de inverno.

Como ir de Busão: Expressos Centenário/Campo Comprido e Centenário/Rui Barbosa. Descer ao lado do Botânico.

Linha Cabral/Portão. Linha Alcides Munhoz (ponto Al.Dr.Muricy). Descer em frente ao Jardim Botânico.

Ah, e o legal: é gratuito.

Informações extraídas do site da prefeitura de Curitiba, a cidade modelo, rs.

No geral, vale muito a pena passar por lá. Realmente é lindo, cartão postal desse nosso Brasilsão.

é isso! arranca o sapato e se joga!

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Você conhece o Trippics?

se você gosta de fotos, viajar, e fazer roteiros TEM QUE entrar no TRIPPICs.

é uma rede social para indicar e procurar lugares legais para ir!

dá pra fuçar bastante, procurar novas trips, pegar referências, e também passar sua experiência dos lugares em que visitou. bem objetivo e resumido.

Eu adoro e sempre atualizo.

Olha meu perfil lá!

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Xiiiiiiiiiiis

uma das partes mais legais em viajar (aliás, da vida) é tirar boas fotos.

eu nem ao menos sei como sobrevivi 22 anos sem Instagram. (desde 2011, tenho cerca de 2,300 fotos publicadas)

eu tive aula de fotografia aos 16 anos, em um curso técnico de Design Gráfico, na ETE José Rocha Mendes, aqui na zona leste de SP. eu me apaixonei pelo ofício. é demais captar a essência do momento através de uma imagem. é demais e difícil também. não é qualquer foto que consegue transmitir o que a gente está sentindo (ou passar alguma emoção) mais profunda.

bem, eu listei alguns pontos bem básicos do que eu procuro prestar atenção na hora de fotografar. são simples, mas úteis, na hora de captar AQUELA foto da viagem:

– Enquadramento, olhar para o todo

a vontade de clicar vem sempre depois do primeiro êxtase, da empolgação do momento, em ver aquela cena ou paisagem indescritível. no entanto, é sempre bom parar por um milésimo de segundo, e verificar se o inicio e o fim do que está sendo fotografado, estão dentro da cena. cortar pé e cabeça de uma cachoeira por exemplo, pode estragar a foto. claro que são salvas excessões, mas vale dar aquela olhadinha antes de clicar, ou melhor, refazer o clique.

Jardim Botânico de Curitiba

– Alinhamento, a vista do sóbrio

a linha do horizonte é sempre a mesma, a não ser em São Tomé das Letras. rs. é sempre bom checar se a câmera está alinhada, pois pode melhorar MUITO seu clique, se o chão que é reto, estiver reto e não em ladeiras rs.

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– Testemunha Ocular, um novo ângulo da mesma cena

As cenas emocionantes, e as paisagens exuberantes tem sempre um outro ponto de vista, fora do senso comum, a serem explorados. As vezes procuro pensar: “o que este lugar tem de diferente de todos os outros?” O que esta fazenda pode me mostrar que eu nunca vi?” “o que eu quero mostrar que eu vivi aqui?”

Desta forma podemos explorar outros ângulos da mesma coisa.

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– Luz natural, a luz que Deus preparou

A luz do sol é responsável por nos tirar do escuro, breu total onde não enxergamos nada. Graças aos raios que incidem sobre as superfícies e dos nosso olhos que são capazes de captar essa reflexão, nós conseguimos perceber cores, formas e texturas.

O posicionamento dos elementos perante a luz, faz com que fiquem perceptíveis ou imperceptíveis, por isso, prefira luz lateral ou direta, principalmente quando formos fotografar pessoas. Para fotografarmos contra a luz, mesmo de dia, é necessário utilizar o flash da câmera. ele fará com que o que não está sendo iluminado pelo Sol, apareça na foto.

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– Noção de grandeza, o ponto de referência

já teve a sensação de fotografar algo extremamente grande e na foto ele parecer bem pequenininho? ou então algo bem pequeno e a foto não retratar o verdadeiro tamanho dele?

muitas vezes quando fotografamos beeeem de pertinho (Macro) ou paisagens, quem está visualizando a foto, não consegue entender a verdadeira grandeza pois não temos nenhum ponto de referência na foto. Alguns recursos em fotos documentais para perícia, os policiais colocam uma nota, uma moeda, ou uma caneta, para que quem está observando consiga ter noção de grandeza.

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Bem, é isso, todas essas fotos foram tiradas com Iphone, entre 2013 e 2014.

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das muitas viagens da vida

trabalhei um tempo fazendo livros. já tinha perdido o hábito da leitura, quando fui trabalhar em uma editora-sonho.

uma das melhores experiências da vida, enquanto o livro era impresso e eu tinha que esperar (as vezes por horas) o próximo caderno entrar em máquina, eu lia alguma seqüência de páginas, ainda na prova de imposição, e aos poucos fui voltando a descobrir o quanto os autores com uma frase, podem mudar o curso da nossa história.

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hoje enquanto eu ia ao trabalho e lia O Fazedor de Velhos, pensei em quantas vezes eu já havia reimpresso aquele livro, sem lê-lo. e mais uma vez, eu me teletransportei e constatei o quanto leitura e viagem são a mesma coisa.

o livro tem seqüências boas, envolvimento com os personagens, um dia-a-dia tão simples, tão importante, que penso ser capaz de reconhecer o personagem na rua, e o cumprimentar, se o encontrasse.

mas eu quero dizer sobre viagem.

o livro é uma vida paralela que observamos. os personagens refletem em nossa vida, na nossa verdade, na nossa integridade. seus pensamentos fazem-nos olhar pra dentro. desde querer ser melhor, até não querer, querer fazer igual, ou mudar tudo. assim como uma viagem.

o retrato do tempo e lugar, atitudes e costumes, regras e liberdades nos fazem quase materializar o que a gente não viveu. aos poucos a história do personagem vira lembrança. assim como a nossa lembrança das viagens mais incríveis viram história.

outra semelhança inconteste é que a pré-disposição em entender a história e entender o enviroment de para onde vamos, é a mesma. assim como a resignação de si, para o que o mergulho possa acontecer.

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e precisa vir do coração.

que viagem, né?

que viagem!

Mudança – Mo Yan

O fazedor de Velhos – Rodrigo Lacerda

Opisanie Swiata – Vanessa Stigger

Trash – Andy Mulligan

Mary Poppins – P. L. Travers

Um, dois e já – Inês Bortagaray

K – Bernardo Kuscinski

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