Childfree

Essa semana me deparei com uma matéria sobre o assunto, muito boa por sinal, que conta e apresenta as versões da nova moda em alguns estabelecimentos pelo mundo: o Childfree ou “não aceitamos crianças”. Continue lendo “Childfree”

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Praia do Guaiúba e sem carro. 

Cada vez mais conheço pessoas que optaram por não ter carro, e que até nem dirigem. Essa onda de camelos cresce cada vez mais em São Paulo e no mundo. E antes fosse pela consciência de emissão de carbono, mas as pessoas estão deixando de ter carro pelo crescimento das alternativas de locomoção, aumento da violência e chancelada pelo custo de se ter e manter um carro na maior metrópole da América Latina, estão nos levando para esse caminho sustentável. Continue lendo “Praia do Guaiúba e sem carro. “

Eu me amarrei em Brotas, Daniel!

no início desse mês me joguei novamente com a Pura Vida e dessa vez nossa parada foi em Brotas, no interior de São Paulo.

A cidade é super conhecida pela tradição nos esportes de aventura, assim como a Pura Vida e eu. Logo, só poderia sair coisa boa dessa junção.

O mais legal do passeio com eles, é que o objetivo é a superação e a adrenalina. Com isso, se for pra fazer rapel, vamos fazer o melhor, o maior, o mais seguro e o mais alto. Se for pra fazer Rafting também.

O passeio em Brotas começou com o Canionismo na Fazenda Cassorova que possui 2 cachoeiras: a da Cassorova com 2 quedas, e a dos Quatis com 1 queda.

O Canionismo é uma prática que une trilha pelo cânion, rapel e cachoeira. Isso mesmo, tudo misturado.

Primeiro descemos a Cachoeira da Cassorova

A maior parte do rapel nessas cachoeiras é negativo, ou seja, não temos contato com o paredão. A parte boa é que dá pra curtir mais o visual inédito.

Cachoeira Cassorova, Brotas - SP - Brasil

Depois, fizemos uma trilha rápida dentro do rio, que dá origem a Cachoeira dos Quatis.

Canionismo - Brotas, SP - Brasil

Essa última decida teve direito a ducha! hahaha que delícia!

Cachoeira dos Quatis, Brotas, SP - Brasil

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Rafting na Cachoeira - Chachoeira dos Quatis - Pura Vida Esportes e Aventura
Rafting na Cachoeira – Chachoeira dos Quatis – Pura Vida Esportes e Aventura

Depois de voltarmos a fazenda, um almoço delicioso estava nos aguardando. Bom demais da conta foi a piscina natural pra fechar o dia com chave de ouro.

Fazenda Cassorova - Almoço 10418988_925591510784708_851315728395698052_n

No segundo dia fomos praticar o Rafting.

A técnica consiste na descida de corredeiras em um bote inflável. Eu nunca havia praticado e o saldo foi muito positivo. é uma delícia. Descemos o maior rio de Brotas, 15km de Jacaré Pepira. o percurso tem pausa pra banho, escorregador natural e uma paisagem bem bonita.

O Rafting é bem mais complexo do que eu imaginava. O condutor do barco tem função fundamental de liderança da equipe. Precisa nos fazer remar da forma certa, e atender aos comandos para que possamos descer em segurança.

Este rio varia entre o nível 3 e 4, dependendo do nível da água, que por sinal, estava bem baixo.
Mesmo assim, deu pra nos divertirmos muito. Olha as fotos:

Rio Jacaré Pepira [Gopro - Diogenes Cassiano - Equipe Pura Vida]
Rio Jacaré Pepira [Gopro – Diogenes Cassiano – Equipe Pura Vida]
Rafting em Brotas - Vaca Náutica Raftinf em Brotas - Vaca Náutica

O coordenador da equipe Vaca Náutica que desceu conosco é Tricampeão Brasileiro de rafting, ou seja, manja paca.

O QUE LEVAR NO RAFTING:
Bem, é obrigatório o uso de sapatos fechados, e recomendo um bem leve, para que possa nadar melhor. Eu fui com um bem pesadinho, e não foi legal (só fui pois era o que já estava molhado do dia anterior).
Recomendo também roupas escuras (pois é barro puro).
No rafting sempre existe o risco de cair todo mundo na água e se tratando de correnteza, o que você levar corre o risco de cair na água e perder, não levei minha câmera a prova d’agua, me arrependi um pouco, mas hoje sinceramente não levaria nem óculos de sol.
Super recomendo Boné e muito protetor solar antes de sair do hotel.

Essa ecotrip foi demais, pura aventura, muita adrenalina e de muita responsabilidade também.

Através desses esportes, é possível observar a natureza humana, da flora e da fauna sobre um outro ângulo, um novo ponto de vista. Não há nessa equipe o intuito de desafiar o poder da natureza, não, ninguém tem essa intenção ou pretensão. o intuito é observar a natureza, a nossa capacidade de superação, equilíbrio e harmonia.

Esse é um turismo responsável, sem agressão ao meio ambiente, e ao ecossistema local. Não tem depósito indevido, não tem lixo em lugar errado, não tem desvio de rio e não tem construção de resort e nem cativeiro de animais,

Mas esse é papo para um outro dia.

SHOW ME THE MONEY!
Nesta trip eu gastei cerca de:

480,00 – Pacote Pura Vida (Com hospedagem, passeios, equipe, equipamento, todos os transportes)

100,00 – Com toda alimentação

Ah, ia quase me esquecendo, o HOTEL NATURAL que ficamos é demais! Super confortável, chuveiro delícia, estrutura ótima e bom atendimento.

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Table Mountain

Um dos cartões postais de Cape Town e da África do Sul, a Table Mountain foi uma das primeiras coisas que vi, ao sair do aeroporto, à noite, rumo a Sea Point, bairro da escola onde eu moraria por um mês.
A Table Mountain é uma montanha rochosa com o cume reto, que lembra uma mesa. A entrada para subida no ponto mais alto, fica atrás de Camps Bay.

É um dos Top 10 de Cape Town, com certeza. A vista é linda, demais, sensacional, inefável. Vale MUITO A PENA.

Para subir é possível por três caminhos: ou de bonde, ou a pé ou escalando.
Para subir a Table por qualquer um dos caminhos é necessário tomar alguns cuidados antes:

Primeiro, verificar se está funcionando. O tempo muda constantemente por lá. As vezes está o meior calorão e a plataforma está fechada, ou por conta dos fortes ventos (que segundo Kapstadianos pode chegar a 150km/h), ou por conta de nebulosidade absurda no topo, impedindo a visão ou compromentendo a segurança dos visitantes. De qualquer forma, basta entrar no site, ou pedir para o hotel ou escola ligar para o sac da Table Mountain e consultar as condições climáticas do momento.

Segundo, em caso de escalada ou caminhada, o ideal é consultar o agente do hotel ou da escola, pois o ideal é verificar se escalada ou trilha está aberta para o dia, e se possuem guias ou grupos para ambas opções.

Terceiro e nao menos importante, leve blusão de frio. É melhor carregar do que passar o frio que pode chegar no topo. Eu já contei aqui, que passei um dos frios maiores da minha vida, com sensação térmica no topo de 2oC, ventos de 60km/h e QUASE fui para o hospital, pois as mudanças de temperatura (frio congelante por muitas horas e repentinamente taxi com 24oC), quase me fizeram ter um choque térmico inverso. Graças a Deus, um banho de 1h30 bem quente de imersão, analgésicos prar dores de cabeça e anti térmicos, resolveram o problema.

Como chegar: Se estiver em Cape Town, existem aqueles onibus Hop on – Hop off, que fazem um tour pela cidade. Podem te deixar lá e em muitos outros lugares, por aproximadamente 200 rands (50 reais). Eu fui de taxi com mais 6 pessoas (Em Cape Town existem taxis para até 8), sendo que ida e volta custaram cerca de 100 rands (por pessoa).

Quanto custa: Infelizmente não cheguei a pesquisar os valores de escalada e trilha (voce pode checar aqui no site da companhia), mas para subir, o valor é de 195 rands por pessoa (valores de dezembro 2011). Tem valores especiais para crianças (até 17 anos) e idosos.
Sem dúvida vale a pena, é uma das vistas e visitas mais bonitas de Cape Town.

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