Xiiiiiiiiiiis

uma das partes mais legais em viajar (aliás, da vida) é tirar boas fotos.

eu nem ao menos sei como sobrevivi 22 anos sem Instagram. (desde 2011, tenho cerca de 2,300 fotos publicadas)

eu tive aula de fotografia aos 16 anos, em um curso técnico de Design Gráfico, na ETE José Rocha Mendes, aqui na zona leste de SP. eu me apaixonei pelo ofício. é demais captar a essência do momento através de uma imagem. é demais e difícil também. não é qualquer foto que consegue transmitir o que a gente está sentindo (ou passar alguma emoção) mais profunda.

bem, eu listei alguns pontos bem básicos do que eu procuro prestar atenção na hora de fotografar. são simples, mas úteis, na hora de captar AQUELA foto da viagem:

– Enquadramento, olhar para o todo

a vontade de clicar vem sempre depois do primeiro êxtase, da empolgação do momento, em ver aquela cena ou paisagem indescritível. no entanto, é sempre bom parar por um milésimo de segundo, e verificar se o inicio e o fim do que está sendo fotografado, estão dentro da cena. cortar pé e cabeça de uma cachoeira por exemplo, pode estragar a foto. claro que são salvas excessões, mas vale dar aquela olhadinha antes de clicar, ou melhor, refazer o clique.

Jardim Botânico de Curitiba

– Alinhamento, a vista do sóbrio

a linha do horizonte é sempre a mesma, a não ser em São Tomé das Letras. rs. é sempre bom checar se a câmera está alinhada, pois pode melhorar MUITO seu clique, se o chão que é reto, estiver reto e não em ladeiras rs.

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– Testemunha Ocular, um novo ângulo da mesma cena

As cenas emocionantes, e as paisagens exuberantes tem sempre um outro ponto de vista, fora do senso comum, a serem explorados. As vezes procuro pensar: “o que este lugar tem de diferente de todos os outros?” O que esta fazenda pode me mostrar que eu nunca vi?” “o que eu quero mostrar que eu vivi aqui?”

Desta forma podemos explorar outros ângulos da mesma coisa.

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– Luz natural, a luz que Deus preparou

A luz do sol é responsável por nos tirar do escuro, breu total onde não enxergamos nada. Graças aos raios que incidem sobre as superfícies e dos nosso olhos que são capazes de captar essa reflexão, nós conseguimos perceber cores, formas e texturas.

O posicionamento dos elementos perante a luz, faz com que fiquem perceptíveis ou imperceptíveis, por isso, prefira luz lateral ou direta, principalmente quando formos fotografar pessoas. Para fotografarmos contra a luz, mesmo de dia, é necessário utilizar o flash da câmera. ele fará com que o que não está sendo iluminado pelo Sol, apareça na foto.

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– Noção de grandeza, o ponto de referência

já teve a sensação de fotografar algo extremamente grande e na foto ele parecer bem pequenininho? ou então algo bem pequeno e a foto não retratar o verdadeiro tamanho dele?

muitas vezes quando fotografamos beeeem de pertinho (Macro) ou paisagens, quem está visualizando a foto, não consegue entender a verdadeira grandeza pois não temos nenhum ponto de referência na foto. Alguns recursos em fotos documentais para perícia, os policiais colocam uma nota, uma moeda, ou uma caneta, para que quem está observando consiga ter noção de grandeza.

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Bem, é isso, todas essas fotos foram tiradas com Iphone, entre 2013 e 2014.

bjbjbjbj

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Uma semana

Uma semana em Cape Town, uma das capitais da Africa do Sul.

Caracas, deu pra passear muito e conhecer muita gente.

Os passeios precisam ser intercalados com praia, pra dar uma economizada no dinheiro.

As PRAIAS proximas daqui sao muito bonitas. Tem muita pedra,e uma vegetacao marinha muito estranha, rs.

A agua eh IMPOSSIVEL de nadar. Eh muito gelada. Tem que ser o supermen ou bem doidao pra nadar, do lado Atlantico. Tem inclusive avisacao de baleias (em Maio), tubaroes e focas. Muito fofinhas.

Fomos para Camps Bay, Clinfton 1,2,3 e 4. Sao bem lindas, de areia branquinha e marzao azul.

Vento gelado o dia todo, pra refrescar do sol de rachar o coco.

Aqui nao tem horario de verao, desnecessario, uma vez que o sol se poe as 20h, pelo menos em Dezembro.

As praias aqui, alias, toda a orla de Cape Town, sao rodeadas de mansoes maravilhosas. Tipo Miami, falaram…

Fomos ao Aquario, na V&A Waterfront. Outro ponto sensacional. O aquario eh realmente uma referencia de interacao com a vida marinha.

Pra chegar ateh lah, pegamos o Minibus, uma lotacao meio regularizada meio ilegal, que funciona aos trancos e barrancos, mas funciona. Custa cerca de 5 rands (R$1,50).

Nesta sexta, fiz um tour sensacional. Subimos a Table Moutain. Cara, simplesmente incrivel. Fomos de bondinho (para subir a pe demora cerca de 4h). A vista eh sensacional e a montanha eh incrivel. A vegetacao, o mar a cidade, os animais do lugar. Eh tudo sensacional.

Eu dei a maior orelhada do mundo, porque subi a montanha com uma leva blusinha de frio. Quase morri com hipotermia. Os ventos estavam absurdamente velozes e o frio tipo 5, 6ºC… soh isso.

Neste sabadao, fomos conhecer a praia de Muizemberg, no lado do oceano Indico.

A agua eh ok. Da pra nadar, e a praia eh longa, branca, com ondas, surfistas. Eh massa. Parece um povado distante (talvez seja mesmo, rs). Tem bastante povao, e MUITA escola de surf. Pena que nao estava com a minha prancha aqui. rs

Deu ate pra assistir uma pelada de Rugby, rsrsrs.

O maior problema aqui, eh que ao anoitecer tudo fica mais perigoso.

Para chegar ateh Muizemberg, fomos de trem (10 rands – 2.50 reais) e tivemso que voltar de taxi (320 rands – 80 reais), pois TODO MUNDO disse que NAO eh bacana ficarmos perambulando por ai depois das 16h, pelo menos por aqueles lados.

Tudo aqui, eh bacana agregar uma turma e rachar as contas. Beeeem mais facil.

Saudade de todo mundo.

 Bjs
Bah

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