As 10 melhores coisas de Melbourne

Becos, lojas escondidas, bares escondidos e muita, mas muita arte de rua. Melbourne e seu clima gelado durante a maior parte do ano, ganharam meu coração.

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Let’s fly no Museu TAM em São Carlos!

onde ir em São Paulo, o que fazer em feriadões de dinheiro curto e pra onde fugir da muvuca da praia?

nesse feriado do dia do trabalho, partiu interior! uma parte da família mora no interior de São Paulo, então, peguei a pequena e fomos rumo à São Carlos, que fica a cerca de 250km da capital.

lá fica o Museu da TAM [mantido e idealizado pela TAM Linhas Aéreas.] 

já havia estado no museu, mas antes da inauguração, em 2009. de qualquer maneira foi muito bom voltar lá, com tudo funcionando, instalado, e lindo.

é o maior museu sobre o assunto mantido por uma companhia aérea da américa latina! Além de ser o maior, é incrível!

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a primeira parte do museu é um túnel do tempo da aviação, com várias miniaturas e mini réplicas dos primeiros projetos da história da aviação. muito muito muito bacana!

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Depois, temos um vídeo contando a história da TAM, do Comandante Rolim e da Família Amaro. Mó legal! =)

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Depois do vídeo, as portas se abrem, e passamos a ter a visão impressionante do hangar do museu, onde estão localizados mais de 90 aeronaves, dioramas [réplicas de onde os aviões foram encontrados], e outros secundários como motores, caças, moda das comissárias e suas respectivas histórias.

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o museu ainda conta com um espaço chamado Corrosion Corner, um espaço para restaurção de alguns aeromodelos para o acervo.

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é realmente demais ficar bem pertinho dessas máquinas, e sentir o real tamanho e poder ver cada uma no detalhe.

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Escolhi meus preferidos:

é o anfíbio Jahu [não é demais?]

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o Cessna 140A que deu a volta nas américas, e que está todo assinado. incrível!

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e o PanAir, pelo tamanhão!

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SHOW ME THE MONEY!

como contei no começo, o Museu fica a 250km de São Paulo, e a 15km de São Carlos. Portanto, vale dar uma esticadinha na cidade, para não ficar pesado em dirigir muito.

pra chegar no museu, é preciso pegar a rodovia Washington Luís. Eu gastei cerca de R$ 40,00 só em pedágios

o Museu fica na Rodovia SP 318, km249,5 – Água Vermelha, São Carlos-SP

abaixo as coordenadas aéreas, caso você vá de avião…  😛

latitude 21°52’35” S | Longitude 047°54’12” W

o valor do ingresso é R$25,00 a inteira e crianças, estudantes, professores e idosos pagam meia entrada.

dentro do museu tem um restaurante-lanchonete. O lanche é bem grande (dá pra dividir tranquilamente). Eles servem comida também. Tudo bem gostoso.

Ah, lá também tem simulador [atração cobrada a parte], Espaço TAM Kids, e muitas mas muitas miniaturas de diversos outros modelos.

Tem mais fotos do passeio aqui no link!

vai voar por lá! É demais!

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Sobre a importância do Sonho

Hoje estive no MIS – Museu da Imagem e do Som, aqui em São Paulo.
Desapeguei, e enfrentei 4 horas de fila na madrugada para visitar a exposição em cartaz “Castelo Rá-Tim-Bum”, rezando para que valesse a pena, as horas de sonho e sereno.

A fila foi realmente exaustiva. Não tinha onde sentar, e com o passar das horas e o incômodo aumentando, além de desistir, já estava me questionando se eu gostava tanto assim daquele programa.

Pois bem, artifícios que o cérebro utiliza para tentar nos fazer desistir.
E olha que são bem convincentes.

O que passou foi que a exposição foi realmente incrível.
Incrível porque na primeira sala que entrei, já não sentia mais nenhuma dor nas costas, nenhum desconforto. Parecia literalmente, que eu estava entrando em um sonho.

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Talvez para quem não tenha assistido na infância, não haja todo esse encantamento, mas para quem assistiu e SEMPRE quis quando criança participar de tudo o que havia no castelo, desde a senha do porteiro, até comer uma pizza do Bongô, é EMOCIONANTE.
E por isso está fazendo tanto sucesso.

Castelo Rá-Tim-Bum, no MIS

E não tem como conter. Ir à essa exposição é comprar ingresso pra ser bobo de novo. ;D

Cantar todas as músicas é inevitável.
“Passarinho, que som é esse?”
“Lava uma, lava outra, mão”
“Tchau preguiça, tchau sujeira…”
E por aí vai.

Castelo Ra-Tim-Bum

Toda essa sensação que essa exposição trouxe, me fez pensar em como nossas vontades e sonhos (sejam elas de quando éramos criança ou depois de velho) são importantes.
E dadas as devidas proporções, como realizar algum sonho, algum desejo que temos no coração, é importante. O quanto faz bem, e o quando pode ser custoso. O quanto pode demorar, mas o quanto é gratificante.

Com isso, com toda essa experiência, o maior residual é, sem querer ser piegas – mas tá difícil – a de não desistir do que acredito e de fazer sempre é cada vez mais, os planos se concretizarem.

Sejam eles uma viagem, até ver alguém que está longe.

But never stop dreaming.

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MIS – Museu da Imagem e do Som

Av. Europa, 158 – Jd. Europa

http://www.mis-sp.org.br

DICAS PARA VISITAR A EXPOSIÇÃO, clique aqui.

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Relato de un náufrago

hace mucho que no escribo. en especial en español.

la muerte de gabriel me ha dejado pensante.

han muchos que los quiero bien pero están lejos. y han muchos que no quiero tanto, pero cercanos.

gabriel fue mi primer escritor de lengua española. me quedaba completamente dentro de sus historias.

especialmente que relataban las viages.

tuve mucho amor y ahora saudades de mi profesor Ángel, quién no hago idea de adonde esta ahora.

saudade, mientras no volvemos a vernos.

“A mi querida y siempre bien amada alumna, no sólo por su felicidad en aprender el español, sino por el admirable ser humano que es. Con todo cariño ‘El Profe'” escribió en mi regalo de cumpleaños, un libro de García Márques, que mantengo en seguridad y cariño.

Como dijiste, un beso y un queso.

 

Gabriel García Márques
Gabriel García Márques

It is not polite…

O primeiro choque cultural, foi na viagem pro Garden Route (interior da Africa do Sul).

Éramos 5 brasucas, dois holandeses, dois alemaes, um britânico e uma espanhola, e nunca, mas nunca  o Brasil me pareceu tão distante, como neste evento, em particular.

O suposto churrasco à que fomos convidados (com carne de Avestruz) iria começar as 19h.

Como uma boa brasileira, tratei de ir tomar banho antes do jantar, e me preparar para a noite que estava chegando.

Eram quase 18h, quando chegamos na pousadinha, com 1 banheiro, e um monte de gente pra se banhar.

Já entendeu que a conta não casou, né?

Churrasco pra gente, significa: Chegue a partir das 19h, e seja feliz.

Juro que não esperávamos que um churrasco seria algo quase sem fumaça, com hora para começar e 40 minutos de duração.

Bem, procedeu que a Holandezazinha (sim, ela merece dois “Zs” na palavra), começou a nos insultar (falar da gente para TODAS as outras pessoas) chamando-nos de mal educados pra baixo, por que na hora marcada de começar o churrasco, estavamos todas nos arrumando e nos embelezando. rs

Se vc nunca sentiu isso, tomara que não sinta. Alguém te recriminando, desdenhando e te condenando, por algo que simplesmente faz parte da sua cultura.

Pois a questão ali não era respeito, era apenas um choque de cultura.

Bem, parte das brasucas sairam da mesa p* da vida, e eu continuei lá, parada atonita, querendo VOAR no pescoço da gata.

Bem, virou que mexeu que consegui falar com ela e dar um toque sutil (quem me conhece sabe a sutileza) de que respeito é bom e conserva os dentes na boca.

Bem, não adiantou muito gastar minha saliva preciosa com ela. Ela (es) não entendem.

Bem ou mal, e cada um com sua peculiaridade, a Europa é “unida” por um mesmo senso comum. O Brasil, em contra partida, está muito distante de tudo isso.

Temos nossos proprios hábitos, diferenças, manias, linguagem, horários, comprometimentos, abandonos, compreensões, compartilhamento com o próximo, e o mais legal: engraçado e carinhoso.

Aqui vai, o que descobro sobre o meu pais, enquanto estava lá:

– Nós dividimos uns com os outros. É comum pra gente, dividir um refri no almoço, por exemplo, com uma amiga de trabalho, já que vc não vai tomar tudo mesmo.

– Nós somos muito engraçados. Amamos piadas, brincadeiras, festa, diversão.

– Nós fazemos amizade com os cozinheiros, faxineiros, guias, mendigos. Garçom então, são nossos preferidos.

– Futebol é muito mais presente na minha vida, nas minhas raízes, do que eu pensava. Assim como o samba.

– Nós comemos MUITO sal.

– Nós comemos muito bem.

– Nós temos muitas lendas e supertições enraizadas. (Tente explicar a lenda do Boto-cor-de-rosa para um gringo, ele vai achar que você é doido).

– Nós somos muito vaidosas.

– Nós somos muito noveleiros e alienados com a nossa própria política pública.

É isso.

Que nós possamos nos orgulhar e ENJOY OUR BRAZILIAN WAY.

Bah

The first culture shock happened on the trip pro Garden Route (interior of South Africa).

We were 5 brasucas (brazilian-girls), two Dutch, two Germans, a British and a Spanish woman, and never, but never seemed so far away Brazil, as in this event in particular.

The supposed barbecue that we were invited (with ostrich meat) would start at 7pm.

As a good Brazilian, I decided to take a shower before dinner, and prepare for the night that was coming.

It was nearly 6pm when we arrived at the lodgings, with just a bathroom, and a lot of people to take shower as well.

Already understand that the account is not married, right?

Barbecue for us (brazilians) means: “Arrive after half past 7pm, and be happy”.

I swear I did not expect that a barbecue would be something almost no smoke, to get hours and 40 minutes.

Well, that made the Little-Dutch (yes, little), began to insult us (speaking for ALL of the others) calling us not-polite down. All of this, because we’re not on the time match.

If you never felt it, hopefully it does not feel. Somebody berating, belittling, and condemning you for something that is just part of your culture.

Because definitly, there was no question about be or not to be polite, was just a culture-shock.

Well, part of the brasucas (brazilian Girls) were fkng angry, and left the table , and I went there, still stunned, wanting to fly in the neck of the cat.

Well, I got touched turned to talk to her and give a subtle touch (who knows me knows the subtlety) that compliance is good and keeps the teeth in the mouth.

Well, did not cut much spending my precious time with her. She does not understand.

For better or worse, and each with its own peculiarity, Europe is “united” by the same common sense. Brazil, starting in counter, is far from all that.

We have our own habits, differences, mannerisms, language, schedules, commitments, abandonments, understanding, sharing with others, the cooler, funny and caring.

Here’s what I discovered about my people while I was there:

– We share with each other. It is common for us to divide a soda at lunch, for example, with a colleague, since you will not even take it all.

– We are very funny. We love jokes, games, party and have fun.

– We make friends of cookers, cleaners, guides, beggars. Waiter then, are our favorites.

– Football is much more present in my life, in my roots, that I thought. And the samba as well.

– We eat too much salt.

– We eat very well.

– We have many legends and superstitions rooted. (Try explaining the legend of the dolphin-pink color to a foreigner, he will think you’re crazy).

– We are very vain.

– Most of us are alienated from our own public policy.

That’s it.

May we be proud of and ENJOY OUR BRAZILIAN WAY.

Bah & Google translate 😉

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