Praia do Guaiúba e sem carro. 

Cada vez mais conheço pessoas que optaram por não ter carro, e que até nem dirigem. Essa onda de camelos cresce cada vez mais em São Paulo e no mundo. E antes fosse pela consciência de emissão de carbono, mas as pessoas estão deixando de ter carro pelo crescimento das alternativas de locomoção, aumento da violência e chancelada pelo custo de se ter e manter um carro na maior metrópole da América Latina, estão nos levando para esse caminho sustentável. Continue lendo “Praia do Guaiúba e sem carro. “

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Ilha de Marajó, um presente do Pará

desde que a professora ensinou lá na 4a ou 5a série o que era e onde ficava a Ilha do Marajó, quis conhecê-la. Depois, ao ver algumas fotos de amigos aventureiros [tipo o João] que foram pra lá, quis ainda mais.

Além de ser a maior ilha fluviomarinha do mundo, abriga o maior rebanho de búfalos do país.

Bem, meu destino era Salvaterra, na Ilha de Marajó. Pra chegar até lá parti de Belém do terminal Hidroviário, próximo à estação das Docas. Comprei as passagens 1 dia antes para área VIP do barco [cerca de R$ 35,00] pois tem um pouco mais de conforto e ar condicionado. Vale a pena! A área de ticket comum custa cerca de R$25,00 e é bem ok nos primeiros 30 minutos. rs

Área comum
Área comum

Outra forma de chegar na ilha de Marajó é saindo do porto de Icoaraci. Tem bastante ônibus em Belém que vai pra lá. Deste porto é possível desembarcar no Soure.

O navio nos levou até o porto Camará em Salvaterra na Ilha de Marajó, cerca de 3h30 depois de partirmos de Belém.

A paisagem até chegar na Ilha de Marajó é uma das minhas preferidas: a do rio que parece mar.

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Na ilha ficamos na cidade de Salvaterra, na Pousada dos Guarás. Ela oferece transfer porto Camará para hotel por R$10,00. Vale a pena, pois o ônibus comum cobra R$ 5,00 e te deixa LONGE pacas. [agende antes com  pousada. Pelo Booking não tem essa opção].

A Pousada dos Guarás fica na Praia Grande. É tudo bem bonito, desde a pousada até a praia. A pousada é confortável,  os banheiros são mais simples, e os quartos tem ar condicionado. O café da manhã é delicioso! O ambiente é familiar.

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Pousada dos Guarás

 

Praia Grande, Salvaterra - Ilha de Marajó, PA
Praia Grande, Salvaterra – Ilha de Marajó, PA

Um dos presentes mais preciosos foi assistir a uma apresentação de Carimbó Marajoara. Coisa mais linda e gostosa de se ver e de dançar! Foi incrível! Essa apresentação foi uma cortesia da Pousada, mas quando estiver na Ilha, não deixe de procurar pelo Carimbó. Se houver VÁ!

Carimbó Marajoara

Carimbó Marajoara

Carimbó Marajoara

 

Passamos apenas 3 dias na Ilha, e em um deles fomos até o Soure curtir a Praia dos Pesqueiros e conhecer a cidade. De Salvaterra tomamos um mototáxi [cerca de R$10,00] até a beira do rio, para pegar um barquinho* [R$ 2,00 por pessoa] e chegar no centrinho de Soure.

*tudo eu chamo de barquinho. lá, cada tamanho, modelo tem um nome de rabeta, voadeira, barco, navio, balsa, enfim, pra não errar, aqui vai tudo barco mesmo! rs

Travessia do Rio Paracauari - Salvaterra - Soure
Travessia do Rio Paracauari – Salvaterra – Soure

Depois de atravessar pegamos outro mototáxi [também de R$ 10,00] que em 10min nos deixou na Praia de Pesqueiros.

Praia linda, que vai mudando de figura conforme a “maré”. Maré no rio? Exato, não sei ao certo o nome do evento natural, mas sei que tem!

Praia dos Pesqueiros, Soure - Ilha de Marajó, PA

Praia Pesqueiros, Soure - Ilha de Marajó
Praia Pesqueiros, Soure – Ilha de Marajó

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A praia é conhecida por ter bastante arraias, mas não vimos nenhuma, talvez pela época do ano. Ufa!

Na ilha os búfalos são muito famosos, e utilizados por todos dos lados, desde comida como a carne, queijos e doces de leite até em passeios.

Almoçamos nesse restaurante, Ilha Bela. Arroz, farofa, carne de búfalo, queijo e feijão. Delícia por R$32,00 um pratão!

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Restaurante Ilha Bela, Soure – Ilha de Marajó

Toda Ilha é bem simples e bem rica. Cheia de paisagens naturais incríveis e com uma população realmente humilde, simples, simpática e honesta.

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Particularmente essa viagem foi muito importante, pois vi coisas e situações muito diferentes e distantes do meu dia-a-dia na metrópole insana.

Selecionei algumas dessas cenas que pude registrar, para compartilhar um pouco dessa experiência:

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Casas de barro no caminho da Praia dos Pesqueiros
Casas de barro no caminho da Praia dos Pesqueiros

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Esse é com certeza um dos lugares que eu gostaria de viver por um tempo, para submergir de fato na cultura local, pois é incrível e pouco comercial.

Ficaram muitas coisas por fazer, mas não vou desperdiçar os bizus . Abaixo dicas de Paraenses e de locais, que não pude fazer, mas se quiser arriscar é só contar tudo pra gente depois!!!!

Soure

Restaurante | Ouvi falar muito no Restaurante do Bola, mas estava fechado. Dizem que vale muito a pena pois a comida é maravilhosa!

Praia | Além da Praia dos Pesqueiros, recebi muitas indicações da Praia de Barra Velha. Pelas fotos é realmente linda!

Fazenda São Jerônimo | Fazenda que concentra muito da cultura marajoara. é bem turística veja o relato do blog Matraqueando. Bem legal!

Salvaterra

Praia | Em Salvaterra fica o distrito de Joanes. Ouvi falar muito bem. Da Pousada dos Guarás tem vários passeios até lá. Praias bonitas, ruínas, cultura local.

A ilha

Para saber mais sobre a entrada dos Búfalos no Brasil, veja esta introdução presente no site dos criadores.

Anotaí:

Essas praias ficam longe umas das outras. Precisa de carro, moto, pra se locomover.

A maioria dos lugares na ilha só aceitam dinheiro!

E como diria Jerry, SHOW ME THE MONEY!

Bem, ao todo desembolsei cerca de R$ 600,00 para 3 dias.

Pousada 240,00 – para 3 dias | Por refeição R$20,00 por dia (dividindo prato com amiga linda)

Barco R$ 70,00 – ida e volta

 

Clique aqui e veja as fotos completas da viagem.

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Qualquer outra dúvida: inbox ou e-mail! Bah.almeida89@gmail.com

e pelo insta! @bahalm

=*

 

Fontes:

http://www.feriasbrasil.com.br/pa/ilhademarajo/

http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-pa-ilha-de-marajo

Jardim Botânico – Curitiba, PR

visitei o jardim botânico no ano passado.

minha prima-irmã casou e foi-s’imbora pro Paraná. a visita foi massa, mas doída, por saber que em breve estaríamos quase 700km mais longe uma da outra.

chororôs a parte, quero dividir como foi a viagem e claro, deixar algumas dicas sobre o lugar.

A viagem e sí não foi super turística. Nosso destino era a praia de Caiobá, litoral paranaense, mas só choveu. aproveitamos um violão, bagunça e muita risada, luau a noite e tudo.

Na volta é que fomos visitar o Jardim Botânico de Curitiba.

Posso falar? O lugar é lindo e me surpreendeu demais. Realmente é uma das maravilhas do Brasil.

A atração

Primeiro que o jardim é super bem cuidado, impecavelmente bonito. A estufa então, é demais. Abriga muitas espécies nativas, uma fonte d’água, e tem vista dos vários andares. toda a estrutura é armada, de treliças. O que te dá visão para todos os lados do parque e da estufa.

O Jardim inteiro ainda tem um percurso atrás da estufa, com mais plantas, fontes e muitas árvores. Todas nomeadas, e algumas com curiosidades. A vista do entorno é repleta de araucárias. aliás,  o percurso todo de SP para CTBA pela Régis Bittencourt é lindíssimo e cheio de florestas e florestas de araucárias.

DICA IMPORTANTÍSSIMA: Menina, não vá de saia! todos os andares são de um tipo de treliça e quem tá embaixo vê tudo! rs

Olha algumas fotos que tirei:

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Penicilina - Jardim Botânico de Curitiba

Como ir

Para chegar até lá, fui de ônibus até o Terminal Rodoviário do Tietê, comprei a passagem por R$99,00 rumo a Curitiba.

(os preços das passagens variam de R$ 75,00 a 120,00 – depende do horário, tipo de ônibus e viação. Eu fui pela Cometa)

A viagem é longa. Durou cerca de 7 horas em um ônibus leito com wifi e cobertor. Bem, eu dormi bem mal. estava super mal colocada naquele assento, minhas perninhas pequenas ficaram penduradas, logo meu pé inchou, e dai já viu!

O bom é que a gente pega o nascer do sol na serra. e é lindo! ❤

Detalhes gerais sobre o Jardim

Fica na Rua Eng°. Ostoja Roguski, s/n°. – Jardim Botânico.
Tel: (41) 3264-6994 (Administração) / 3362-1800 (Museu).

Funciona das 06h00 às 20h00 – durante o horário de verão.
Das 06h00 às 19h30 – durante o horário de inverno.

Como ir de Busão: Expressos Centenário/Campo Comprido e Centenário/Rui Barbosa. Descer ao lado do Botânico.

Linha Cabral/Portão. Linha Alcides Munhoz (ponto Al.Dr.Muricy). Descer em frente ao Jardim Botânico.

Ah, e o legal: é gratuito.

Informações extraídas do site da prefeitura de Curitiba, a cidade modelo, rs.

No geral, vale muito a pena passar por lá. Realmente é lindo, cartão postal desse nosso Brasilsão.

é isso! arranca o sapato e se joga!

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Bungee jump

É João, eu pulei.

E foi a-ni-mal.

Olha, já saltei de para-quedas e breve, conto como foi, mas até agora o bungee foi insuperável.

Por diversos motivos, entre eles, o fato de você estar sozinho (a), com equipamento bem leve amarrado ao seu corpo, e ter que se jogar do abismo, sem poder olhar para baixo.

Bloukrans Bridge, South Africa

Saltei em dezembro de 2011, no até agora maior bungee jump do mundo, na África do Sul.

O Face Adrenalin, equipe preparada para operação do salto, fica no meio do país, entre a Cidade do Cabo e Port Elizabeth. O melhor jeito de chegar até lá é fazendo uma rota que se chama Garden Route. Disponível em várias agenciadoras de trips, como a Hot Spots (onde eu fiz).

Endereços a parte, não se pode pensar muito. Essa é a regra. Já cheguei lá como quem vai na montanha russa pela primeira vez. Um mega frio na barriga, que não se compara ao de andar até o local do salto.

É um caminho de treliças metálicas, onde é possível ver o richosinho, no qual iremos quase mergulhar.

Dá um look:

Eu fui a penúltima a saltar. Depois de ver tanta gente sumindo no abismo, quase fica fácil. Ó minha cara de feliz:

Blokrans Bridge

É insano. Juro. Mas, recompensador. A sensação de superação do medo (seu e dos outros), de liberdade, de gratidão a Deus por ter proporcionado aquele momento, são gigantes.

Na ponta dos pés

Mas o mais importante de tudo é o que fica de lição, sempre. Aquela “moral da história”, que atia Elizabete ensinava pra gente na 1a Série:

Quando estiver em dúvida entre o medo e a coragem, sempre opte pela segunda. não se deixe vencer JAMAIS pelo medo.

Aprendi que o alerta que Deus nos dá é diferente do que frio na barriga, em pensar no que de errado e ruim pode acontecer. Medo não vem de Deus.

Deus nos dá força, coragem, raça.

Está escrito em Isaías 41:10 “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”

Period.

Kirstenbosch – National Botanical Garden

Queria voltar nesse dia de sol.

National Botanical Garden

O jardim botânico Nacional da Äfrica do Sul é sensacional.

Sensacional, no sentido literal da palavra: o que promove sensações.

Muitas flores, muitos tipos de árvore, e uma paz descomunal.

Neste dia que estivemos lá, eu e a Kelen, 24 de dezembro de 2011, o parque estava vazio e não tinha quase nenhum barulho além do das águas do riachinho.

Eu, preguicei e fiquei sentadinha na grama, enquanto a minha amiga desbravava o parque.

O parque é uma mistura incrível entre o natural e o natural com intervenção humana (intervenção respeitosa).

Me explico: muitas esculturas espalhadas, animais soltos, muito colorido, córregos, restaurantezinho com lanches maravilhosos (um dos melhores que comi em Cape Town) e bastante documentação de nomes, tipos de vegetação, relógio solar e etc.

Para chegar lá, tivemos que pegar um trem até Woodstock, e depois um taxi até lá. (Dá para ir apenas de taxi, mas quisemos economizar).

A entrada para estudante custa 25 rands, aproximadamente 6 reais.

Saudades, saudades, saudades desse dia, em que passei a tarde toda agradecendo a Deus pela minha viagem.

Parecia que ele estava na grama, deitadinho ali ao meu lado.

Talvez estivesse, realmente.

#ThankyouGod

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