por que conhecer o Pantanal?

Conhecer o Pantanal sempre esteve nos meus planos, desde que voltei da África. Mas esse é de fato, um daqueles destinos que se pesquisar só jogando no Google ou consultando em agências, os preços são tão absurdos que te fazem desistir e mudando de rumo. Continue lendo “por que conhecer o Pantanal?”

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PETAR, um roteiro de aventura

Se soubesse que é tão legal, teria ido muito antes!

O Parque Estadual Turístico Alto do Ribeira que fica a 320km de São Paulo,  concentra a maior quantidade de cavernas no Brasil, e as que estão abertas para visitação são incríveis.

Já escrevi no post anterior como considero as cavernas atrações imperdíveis, e já as considerava assim mesmo sem ter tido este, que foi com certeza, um dos maiores hot spots brazil para o meu Currículo Aventura, que venho formando com bastante cuidado, desde 2009.

Bem, vamos ao que interessa. Foi MUITO MAIS DO QUE ESPERAVA!

O roteiro foi curto, de apenas 2 dias, mas mesmo assim, conseguimos conhecer 4 cavernas, pela ordem: Ouro Grosso, Lambari de Baixo, Água Suja (que de suja não tem nada) e por fim a famosa SANTANA.

Já contei que havia estado em cavernas [ em 2011 nas Cango Caves, África do Sul | e em 2013 em Bonito, no Mato Grosso do Sul], porém todas essas eram secas, ou seja, não tinham percurso com água.

Essas do PETAR foram as cavernas mais legais de todas, pois no percurso tinha MUITA água!

Para começar, fizemos um pequena trilha até chegar na Caverna Ouro Grosso. Nessa Caverna, encontramos animais pelas paredes, e no final uma pequena cachoeira para banho. Foi demais!

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Na Lambari de Baixo, tivemos um Rio para atravessar, e o percurso foi todo dentro dele! Super emocionante.

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Já na Água Suja, Dia 2, fizemos uma trilha linda [e consideravelmente compridinha], porém com um das mais bonitos salões que pudemos encontrar. Nessa caverna, também encontramos uma queda d’água no final. Juro! é incrível a experiencia de tomar banho de cachoeira no escuro! Foi uma sensação indescritível.

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A Caverna Santana, é muito pertinho do lugar em que deixamos o carro. Tem salões imensos também, porém nesta, não tocamos na água, andamos por cima, sobre trilhas suspensas.

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Veja mais Fotos clicando aqui.

 

O QUE LEVAR PARA AVENTURA EM CAVERNA: [O que levar para PETAR]

  • Tênis de trilha [o tênis de corrida escorrega demais, e dá instabilidade tanto nas trilhas como dentro das cavernas, portanto, não recomendo]
  • Head Lamp [ ao invés de lanterna de mão. pois ela deixa as mãos livres para segurar e como apoio para subir e descer]
  • blusas de manga comprida e calças [além do frio que faz dentro da caverna, por conta de passagens estreitas e animais, só é permitido entrar nas cavernas de blusa da manga e calça! Bermudas e regatas apenas nas trilhas]
  • repelentes [lá os borrachudos são transformeres, mesmo de calça, passe repelente a cada vez que sair da água ou suar muito]
  • água mineral
  • caixa estanque para máquina
  • mochilas ou bags a prova d’água


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O roteiro da viagem foi feito pela galera da PURA VIDA AVENTURAS, não preciso nem dizer que foi demais! Incluindo transporte, alimentação e atividades monitoradas foram muito bem gastos.

Apesar da aparente pouca distância da capital, o trajeto pode levar até 4h30! Isso porque além da Serra do Cafezal (que precisa ser dirigida com a maior atenção do planeta) ainda temos cerca de 80 Km de estradinha vai-vem cheia de curvas).

A Pousada que ficamos foi a Casa de Pedra. Comida das melhores do mundo, super aconchegante, com piscina e direito a fogueira a noite.

Iporanga é uma cidadezinha bem bonitinha, antiga, pequena e pouco desenvolvida, bem pacata. Existem um ou dois bancos (Bradesco e Caixa se não me engano), mas é o melhor lugar para ficar, quando o assunto é PETAR.

A parte mais difícil na viagem inteira foi tirar fotos. Estamos estudando e em breve teremos posts com dicas de como fotografar nesse tipo de ambiente (escuro, com movimento).

Fique ligado no facebook do BrazilianFeet e da Pura Vida Aventuras, que sempre tem novidade, aventura e coisas boas da vida.

é isso! ❤

dia da consciência negra

a viagem que que fiz para a áfrica do sul em 2011, me fez mergulhar em uma realidade extremista do racismo. recém apaziguada, a áfrica do sul simboliza pra mim a referência de reconstrução moral e civil. em menos de 20 anos da libertação e eleição do mandela, conseguiram ser um país tolerante, graças aos mais de 50 anos de luta incessante pela paz, igualdade e democracia.Apartheid Museum

é difícil não olhar para o mundo, e não ver histórias como a do apartheid se repetindo. nos EUA e principalmente no Brasil, a cultura de favorecimento de classes, raças e cores é uma realidade abafada.

Nelson Mandela House, Soweto

não vou entrar em méritos políticos. apenas na constatação social. basta olhar em volta, no trabalho, na faculdade, e contabilizar quantos tem acesso a quais tipos de situações.

acredito ainda que, este dia, mereça a amplitude do significado: a luta contra o racismo e xenofobia, seja ele qual for.

 

com isso, compartilho os pensamentos, filmes e livros que mais me fizeram pensar sobre o assunto:

Filmes

Invictus, 2009 – Clint Eastwood

The Butler, 2013 – Lee Daniels (O Mordomo da Casa Branca)

Goodbye Bafana – Bille August (Mandela, A Luta pela Liberdade)

Freedom writers, 2007 – Richard LaGravenese (Escritores da Liberdade)

 Django Livre, 2013 – Tarantino

 

Livros

O Diário de Anne Frank

K. Relato de uma busca – Bernardo Kuscinski, Cosac Naify

Como um peia n’água – Daniel Nesquens – Cosac Naify

Preconceito linguistico – Marcos Bagno, Edições Loyola

Não existe amor em São Paulo – Ferréz

Nelson Mandela by Himself – Pan Macmillan South Africa

Mayada, filha do Iraque – Jean Sasson, Best Seler

 

“Celebrate the nobility of our ideals of creating a non-racial and non-sexist society” – Mandela on SA, august 2008

“A jornada nunca é longa quando a liberdade é o destino” – Mandela.

 

hoje nós celebramos o dia da consciência negra no Brasil.

Xiiiiiiiiiiis

uma das partes mais legais em viajar (aliás, da vida) é tirar boas fotos.

eu nem ao menos sei como sobrevivi 22 anos sem Instagram. (desde 2011, tenho cerca de 2,300 fotos publicadas)

eu tive aula de fotografia aos 16 anos, em um curso técnico de Design Gráfico, na ETE José Rocha Mendes, aqui na zona leste de SP. eu me apaixonei pelo ofício. é demais captar a essência do momento através de uma imagem. é demais e difícil também. não é qualquer foto que consegue transmitir o que a gente está sentindo (ou passar alguma emoção) mais profunda.

bem, eu listei alguns pontos bem básicos do que eu procuro prestar atenção na hora de fotografar. são simples, mas úteis, na hora de captar AQUELA foto da viagem:

– Enquadramento, olhar para o todo

a vontade de clicar vem sempre depois do primeiro êxtase, da empolgação do momento, em ver aquela cena ou paisagem indescritível. no entanto, é sempre bom parar por um milésimo de segundo, e verificar se o inicio e o fim do que está sendo fotografado, estão dentro da cena. cortar pé e cabeça de uma cachoeira por exemplo, pode estragar a foto. claro que são salvas excessões, mas vale dar aquela olhadinha antes de clicar, ou melhor, refazer o clique.

Jardim Botânico de Curitiba

– Alinhamento, a vista do sóbrio

a linha do horizonte é sempre a mesma, a não ser em São Tomé das Letras. rs. é sempre bom checar se a câmera está alinhada, pois pode melhorar MUITO seu clique, se o chão que é reto, estiver reto e não em ladeiras rs.

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– Testemunha Ocular, um novo ângulo da mesma cena

As cenas emocionantes, e as paisagens exuberantes tem sempre um outro ponto de vista, fora do senso comum, a serem explorados. As vezes procuro pensar: “o que este lugar tem de diferente de todos os outros?” O que esta fazenda pode me mostrar que eu nunca vi?” “o que eu quero mostrar que eu vivi aqui?”

Desta forma podemos explorar outros ângulos da mesma coisa.

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– Luz natural, a luz que Deus preparou

A luz do sol é responsável por nos tirar do escuro, breu total onde não enxergamos nada. Graças aos raios que incidem sobre as superfícies e dos nosso olhos que são capazes de captar essa reflexão, nós conseguimos perceber cores, formas e texturas.

O posicionamento dos elementos perante a luz, faz com que fiquem perceptíveis ou imperceptíveis, por isso, prefira luz lateral ou direta, principalmente quando formos fotografar pessoas. Para fotografarmos contra a luz, mesmo de dia, é necessário utilizar o flash da câmera. ele fará com que o que não está sendo iluminado pelo Sol, apareça na foto.

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– Noção de grandeza, o ponto de referência

já teve a sensação de fotografar algo extremamente grande e na foto ele parecer bem pequenininho? ou então algo bem pequeno e a foto não retratar o verdadeiro tamanho dele?

muitas vezes quando fotografamos beeeem de pertinho (Macro) ou paisagens, quem está visualizando a foto, não consegue entender a verdadeira grandeza pois não temos nenhum ponto de referência na foto. Alguns recursos em fotos documentais para perícia, os policiais colocam uma nota, uma moeda, ou uma caneta, para que quem está observando consiga ter noção de grandeza.

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Bem, é isso, todas essas fotos foram tiradas com Iphone, entre 2013 e 2014.

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