dia da consciência negra

a viagem que que fiz para a áfrica do sul em 2011, me fez mergulhar em uma realidade extremista do racismo. recém apaziguada, a áfrica do sul simboliza pra mim a referência de reconstrução moral e civil. em menos de 20 anos da libertação e eleição do mandela, conseguiram ser um país tolerante, graças aos mais de 50 anos de luta incessante pela paz, igualdade e democracia.Apartheid Museum

é difícil não olhar para o mundo, e não ver histórias como a do apartheid se repetindo. nos EUA e principalmente no Brasil, a cultura de favorecimento de classes, raças e cores é uma realidade abafada.

Nelson Mandela House, Soweto

não vou entrar em méritos políticos. apenas na constatação social. basta olhar em volta, no trabalho, na faculdade, e contabilizar quantos tem acesso a quais tipos de situações.

acredito ainda que, este dia, mereça a amplitude do significado: a luta contra o racismo e xenofobia, seja ele qual for.

 

com isso, compartilho os pensamentos, filmes e livros que mais me fizeram pensar sobre o assunto:

Filmes

Invictus, 2009 – Clint Eastwood

The Butler, 2013 – Lee Daniels (O Mordomo da Casa Branca)

Goodbye Bafana – Bille August (Mandela, A Luta pela Liberdade)

Freedom writers, 2007 – Richard LaGravenese (Escritores da Liberdade)

 Django Livre, 2013 – Tarantino

 

Livros

O Diário de Anne Frank

K. Relato de uma busca – Bernardo Kuscinski, Cosac Naify

Como um peia n’água – Daniel Nesquens – Cosac Naify

Preconceito linguistico – Marcos Bagno, Edições Loyola

Não existe amor em São Paulo – Ferréz

Nelson Mandela by Himself – Pan Macmillan South Africa

Mayada, filha do Iraque – Jean Sasson, Best Seler

 

“Celebrate the nobility of our ideals of creating a non-racial and non-sexist society” – Mandela on SA, august 2008

“A jornada nunca é longa quando a liberdade é o destino” – Mandela.

 

hoje nós celebramos o dia da consciência negra no Brasil.

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Bungee jump

É João, eu pulei.

E foi a-ni-mal.

Olha, já saltei de para-quedas e breve, conto como foi, mas até agora o bungee foi insuperável.

Por diversos motivos, entre eles, o fato de você estar sozinho (a), com equipamento bem leve amarrado ao seu corpo, e ter que se jogar do abismo, sem poder olhar para baixo.

Bloukrans Bridge, South Africa

Saltei em dezembro de 2011, no até agora maior bungee jump do mundo, na África do Sul.

O Face Adrenalin, equipe preparada para operação do salto, fica no meio do país, entre a Cidade do Cabo e Port Elizabeth. O melhor jeito de chegar até lá é fazendo uma rota que se chama Garden Route. Disponível em várias agenciadoras de trips, como a Hot Spots (onde eu fiz).

Endereços a parte, não se pode pensar muito. Essa é a regra. Já cheguei lá como quem vai na montanha russa pela primeira vez. Um mega frio na barriga, que não se compara ao de andar até o local do salto.

É um caminho de treliças metálicas, onde é possível ver o richosinho, no qual iremos quase mergulhar.

Dá um look:

Eu fui a penúltima a saltar. Depois de ver tanta gente sumindo no abismo, quase fica fácil. Ó minha cara de feliz:

Blokrans Bridge

É insano. Juro. Mas, recompensador. A sensação de superação do medo (seu e dos outros), de liberdade, de gratidão a Deus por ter proporcionado aquele momento, são gigantes.

Na ponta dos pés

Mas o mais importante de tudo é o que fica de lição, sempre. Aquela “moral da história”, que atia Elizabete ensinava pra gente na 1a Série:

Quando estiver em dúvida entre o medo e a coragem, sempre opte pela segunda. não se deixe vencer JAMAIS pelo medo.

Aprendi que o alerta que Deus nos dá é diferente do que frio na barriga, em pensar no que de errado e ruim pode acontecer. Medo não vem de Deus.

Deus nos dá força, coragem, raça.

Está escrito em Isaías 41:10 “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”

Period.

Estudar inglês na África do Sul

Estudar inglês na África do Sul.

Aqui seguem as impressões de uma aluna brasileira que passou um mês na África do Sul, com 3 semanas de aula.

O primeiro facilitador para aprender é que você é meio que obrigado a falar inglês para se comunicar com qualquer um. Comprar água, almoçar, perguntar a direção de um ônibus ou qualquer outro local, conhecer gente de outro país e etc.
Não tem pra onde fugir, alguma coisa você vai aprender.

O maior dificultador evidente em estudar inglês na South Africa, é que todos os brasileiros coicidentemente tiveram a mesma ideia que você. Tem MUITO brasileiro nas escolas lá. Cerca de 70% da escola, em determinadas épocas, chega a ser brasileira.

O que pode ser um dificultador mas não um impossibilitador.

Eu tive sorte de fazer muitos amigos alemães, e diga-se de passagem, é o segundo país depois do Brasil, em intercâmbio na África do Sul, o que foi massa pois eu sou freek out em conhecer novas culturas, logo, ou eu falava, ou eu falava.

Sobre os amigos brasileiros.
Apesar de ser bem comunicativa em meu hábitat natural, na SA adotei uma política de “não vim pra fazer amigos, vim para descansar”; logo, os amigos que eu fiz, estavam tbm na mesma intenção que eu ou além: A de falar inglês e conhecer novas culturas.

Indo ao que interessa, fizemos o pacto do inglês. Nos falávamos inglês, mesmo sozinhas no quarto. Tudo virou tão automático que ando cheguei no Brasil, falei até sorry pra menina do caixa da Casa do Pão de Queijo. Rs

Tudo vai do seu objetivo e de não se importar com o que os outros vão pensar de vc. Brasileiro adora aziar os outros.
O que mais tem lá é gente que sabe falar inglês, mas que fala em português com vc. Isso, exagero ou não, impede que você se desenvolva.

Sotaque sulafricano. Um tópico a parte.
A África do Sul, especialmente Cape Town, é formada por brancos, negros e pardos.
Os brancos com descendência em sua maioria britânica ou holandesa, os
pardos arábica ou indiana, e os negros, de uma das 11 etnias sulafricanas nativas.
Digo 11 pois eh o número de dialetos oficiais Da África do Sul, existem muitas outras etinias que compõem o país.

Em Cape Town a maioria dos negros descendem da cultura Xhosa.
Isso combinado à colonização britânica, dá ao sotaque um molejo diferente.

Acredito que por conta disso, a paciência em te ensinar a falar e se fazer entender seja gigante.
Pois o inglês também não é a primeira língua dos sulafricanos.
Primeiro aprendem o dialeto hereditário em casa com os pais, ou Zulu ou Xhosa por exemplo, e depois o inglês, pra se comunicar ( e principalmente por conta do turismo).

Amei!

Só não deu tempo de ter aprendido Xhosa. Uma pena.

Mas tudo bem, fica pra próxima.

Bem próxima.

Beijos,

Garden Route – ADDO Elephant Park

O Garden Route é uma boa pedida para quem vai pra África do Sul e quer conhecer um pouco mais do país.

É uma trip organizada pela maioria das agências de turismo, que vai pela rota 62 até Port Elizabeth ou até Jeffrey’s Bay.

Caso queira visualizar os MAPAS POLÍTICO E FÍSICO, clique aqui.

As paradas são sensacionais!

Uma das mais emocionante sé com certeza o ADDO ELEPHANT NATIONAL PARK.

O Addo é uma dos maiores parques nacionais com elefantes da África do Sul. Só perde para o Kruger National Park.

Lá fizemos um Game (1) no nosso proprio carro, até ficarmos bem pertinho deles.

VEJA AQUI O VÍDEO:  Elephant shower at ADDO ELEPHANT PARK & Brazilian Girl’s testimony. — with Talita Motta, Bart de Bruin, Kelen Cristina Duarte, Bruna Pina, David Löhr and Raymond Antrobus

É realmente lindo.

Parada que não pode faltar.

Addo Elephant Natonal Park

 

(1) O que é Game: no link.

It is not polite…

O primeiro choque cultural, foi na viagem pro Garden Route (interior da Africa do Sul).

Éramos 5 brasucas, dois holandeses, dois alemaes, um britânico e uma espanhola, e nunca, mas nunca  o Brasil me pareceu tão distante, como neste evento, em particular.

O suposto churrasco à que fomos convidados (com carne de Avestruz) iria começar as 19h.

Como uma boa brasileira, tratei de ir tomar banho antes do jantar, e me preparar para a noite que estava chegando.

Eram quase 18h, quando chegamos na pousadinha, com 1 banheiro, e um monte de gente pra se banhar.

Já entendeu que a conta não casou, né?

Churrasco pra gente, significa: Chegue a partir das 19h, e seja feliz.

Juro que não esperávamos que um churrasco seria algo quase sem fumaça, com hora para começar e 40 minutos de duração.

Bem, procedeu que a Holandezazinha (sim, ela merece dois “Zs” na palavra), começou a nos insultar (falar da gente para TODAS as outras pessoas) chamando-nos de mal educados pra baixo, por que na hora marcada de começar o churrasco, estavamos todas nos arrumando e nos embelezando. rs

Se vc nunca sentiu isso, tomara que não sinta. Alguém te recriminando, desdenhando e te condenando, por algo que simplesmente faz parte da sua cultura.

Pois a questão ali não era respeito, era apenas um choque de cultura.

Bem, parte das brasucas sairam da mesa p* da vida, e eu continuei lá, parada atonita, querendo VOAR no pescoço da gata.

Bem, virou que mexeu que consegui falar com ela e dar um toque sutil (quem me conhece sabe a sutileza) de que respeito é bom e conserva os dentes na boca.

Bem, não adiantou muito gastar minha saliva preciosa com ela. Ela (es) não entendem.

Bem ou mal, e cada um com sua peculiaridade, a Europa é “unida” por um mesmo senso comum. O Brasil, em contra partida, está muito distante de tudo isso.

Temos nossos proprios hábitos, diferenças, manias, linguagem, horários, comprometimentos, abandonos, compreensões, compartilhamento com o próximo, e o mais legal: engraçado e carinhoso.

Aqui vai, o que descobro sobre o meu pais, enquanto estava lá:

– Nós dividimos uns com os outros. É comum pra gente, dividir um refri no almoço, por exemplo, com uma amiga de trabalho, já que vc não vai tomar tudo mesmo.

– Nós somos muito engraçados. Amamos piadas, brincadeiras, festa, diversão.

– Nós fazemos amizade com os cozinheiros, faxineiros, guias, mendigos. Garçom então, são nossos preferidos.

– Futebol é muito mais presente na minha vida, nas minhas raízes, do que eu pensava. Assim como o samba.

– Nós comemos MUITO sal.

– Nós comemos muito bem.

– Nós temos muitas lendas e supertições enraizadas. (Tente explicar a lenda do Boto-cor-de-rosa para um gringo, ele vai achar que você é doido).

– Nós somos muito vaidosas.

– Nós somos muito noveleiros e alienados com a nossa própria política pública.

É isso.

Que nós possamos nos orgulhar e ENJOY OUR BRAZILIAN WAY.

Bah

The first culture shock happened on the trip pro Garden Route (interior of South Africa).

We were 5 brasucas (brazilian-girls), two Dutch, two Germans, a British and a Spanish woman, and never, but never seemed so far away Brazil, as in this event in particular.

The supposed barbecue that we were invited (with ostrich meat) would start at 7pm.

As a good Brazilian, I decided to take a shower before dinner, and prepare for the night that was coming.

It was nearly 6pm when we arrived at the lodgings, with just a bathroom, and a lot of people to take shower as well.

Already understand that the account is not married, right?

Barbecue for us (brazilians) means: “Arrive after half past 7pm, and be happy”.

I swear I did not expect that a barbecue would be something almost no smoke, to get hours and 40 minutes.

Well, that made the Little-Dutch (yes, little), began to insult us (speaking for ALL of the others) calling us not-polite down. All of this, because we’re not on the time match.

If you never felt it, hopefully it does not feel. Somebody berating, belittling, and condemning you for something that is just part of your culture.

Because definitly, there was no question about be or not to be polite, was just a culture-shock.

Well, part of the brasucas (brazilian Girls) were fkng angry, and left the table , and I went there, still stunned, wanting to fly in the neck of the cat.

Well, I got touched turned to talk to her and give a subtle touch (who knows me knows the subtlety) that compliance is good and keeps the teeth in the mouth.

Well, did not cut much spending my precious time with her. She does not understand.

For better or worse, and each with its own peculiarity, Europe is “united” by the same common sense. Brazil, starting in counter, is far from all that.

We have our own habits, differences, mannerisms, language, schedules, commitments, abandonments, understanding, sharing with others, the cooler, funny and caring.

Here’s what I discovered about my people while I was there:

– We share with each other. It is common for us to divide a soda at lunch, for example, with a colleague, since you will not even take it all.

– We are very funny. We love jokes, games, party and have fun.

– We make friends of cookers, cleaners, guides, beggars. Waiter then, are our favorites.

– Football is much more present in my life, in my roots, that I thought. And the samba as well.

– We eat too much salt.

– We eat very well.

– We have many legends and superstitions rooted. (Try explaining the legend of the dolphin-pink color to a foreigner, he will think you’re crazy).

– We are very vain.

– Most of us are alienated from our own public policy.

That’s it.

May we be proud of and ENJOY OUR BRAZILIAN WAY.

Bah & Google translate 😉

Kirstenbosch – National Botanical Garden

Queria voltar nesse dia de sol.

National Botanical Garden

O jardim botânico Nacional da Äfrica do Sul é sensacional.

Sensacional, no sentido literal da palavra: o que promove sensações.

Muitas flores, muitos tipos de árvore, e uma paz descomunal.

Neste dia que estivemos lá, eu e a Kelen, 24 de dezembro de 2011, o parque estava vazio e não tinha quase nenhum barulho além do das águas do riachinho.

Eu, preguicei e fiquei sentadinha na grama, enquanto a minha amiga desbravava o parque.

O parque é uma mistura incrível entre o natural e o natural com intervenção humana (intervenção respeitosa).

Me explico: muitas esculturas espalhadas, animais soltos, muito colorido, córregos, restaurantezinho com lanches maravilhosos (um dos melhores que comi em Cape Town) e bastante documentação de nomes, tipos de vegetação, relógio solar e etc.

Para chegar lá, tivemos que pegar um trem até Woodstock, e depois um taxi até lá. (Dá para ir apenas de taxi, mas quisemos economizar).

A entrada para estudante custa 25 rands, aproximadamente 6 reais.

Saudades, saudades, saudades desse dia, em que passei a tarde toda agradecendo a Deus pela minha viagem.

Parecia que ele estava na grama, deitadinho ali ao meu lado.

Talvez estivesse, realmente.

#ThankyouGod

Table Mountain

Um dos cartões postais de Cape Town e da África do Sul, a Table Mountain foi uma das primeiras coisas que vi, ao sair do aeroporto, à noite, rumo a Sea Point, bairro da escola onde eu moraria por um mês.
A Table Mountain é uma montanha rochosa com o cume reto, que lembra uma mesa. A entrada para subida no ponto mais alto, fica atrás de Camps Bay.

É um dos Top 10 de Cape Town, com certeza. A vista é linda, demais, sensacional, inefável. Vale MUITO A PENA.

Para subir é possível por três caminhos: ou de bonde, ou a pé ou escalando.
Para subir a Table por qualquer um dos caminhos é necessário tomar alguns cuidados antes:

Primeiro, verificar se está funcionando. O tempo muda constantemente por lá. As vezes está o meior calorão e a plataforma está fechada, ou por conta dos fortes ventos (que segundo Kapstadianos pode chegar a 150km/h), ou por conta de nebulosidade absurda no topo, impedindo a visão ou compromentendo a segurança dos visitantes. De qualquer forma, basta entrar no site, ou pedir para o hotel ou escola ligar para o sac da Table Mountain e consultar as condições climáticas do momento.

Segundo, em caso de escalada ou caminhada, o ideal é consultar o agente do hotel ou da escola, pois o ideal é verificar se escalada ou trilha está aberta para o dia, e se possuem guias ou grupos para ambas opções.

Terceiro e nao menos importante, leve blusão de frio. É melhor carregar do que passar o frio que pode chegar no topo. Eu já contei aqui, que passei um dos frios maiores da minha vida, com sensação térmica no topo de 2oC, ventos de 60km/h e QUASE fui para o hospital, pois as mudanças de temperatura (frio congelante por muitas horas e repentinamente taxi com 24oC), quase me fizeram ter um choque térmico inverso. Graças a Deus, um banho de 1h30 bem quente de imersão, analgésicos prar dores de cabeça e anti térmicos, resolveram o problema.

Como chegar: Se estiver em Cape Town, existem aqueles onibus Hop on – Hop off, que fazem um tour pela cidade. Podem te deixar lá e em muitos outros lugares, por aproximadamente 200 rands (50 reais). Eu fui de taxi com mais 6 pessoas (Em Cape Town existem taxis para até 8), sendo que ida e volta custaram cerca de 100 rands (por pessoa).

Quanto custa: Infelizmente não cheguei a pesquisar os valores de escalada e trilha (voce pode checar aqui no site da companhia), mas para subir, o valor é de 195 rands por pessoa (valores de dezembro 2011). Tem valores especiais para crianças (até 17 anos) e idosos.
Sem dúvida vale a pena, é uma das vistas e visitas mais bonitas de Cape Town.

Tipos de Safari na África do Sul

 

Tudo que ficou mais claro no meu coração com relação à Africa do Sul, é que lá é o melhor lugar do mundo para ter contato direto com os animais, e um lugar que muda a vida, por isso, vale muito a pena guardar as economias e investir nessa experiência.

Além de conhecer pessoas incríveis e ouvir histórias de tirar o fôlego, em lugares como esse é possível conhecer mais da real vida selvagem.

Mesmo com essa popularidade toda, muita gente, mesmo lá na África do Sul, fica muito em dúvida sobre o que fazer principalmente quando o assunto é Safari.

Vivenciei algumas coisas na terra do Mandela, e aqui vão algumas dicas:

Para escolher o safari, é preciso entender a proposta, e levar em consideração quanto tempo tem disponível e o quanto pretende gastar.

O que é um safari?

O safari é um jogo, que consiste em passeios em carro (ou a pé) afim de observar a vida animal, vegetação, e meio ambiente local. Pode ser feito em carros fechados, carros próprios ou 4×4 abertos.

Lá, chamam de Big Five os 5 maiores e mais difíceis animais da África. São eles: Leão, Búfalo, Rinoceronte, Leopardo e, claro o elefante.

Kruger Park, O Safari

O Kruger National Park é um dos maiores locais para Safari da África do Sul. Lá é um dos melhores para curtir os animais selvagens em seu habitat, e dá realmente pra sentir a vibe de vida selvagem.

No Kruger  TUDO é natural (lagos rios florestas, descampados, vegetação e e etc), e como mencionei os animais nasceram lá.

Estive no Kruger durante 4 dias no acampamento (existe opção de quartos privativos e mais luxuosos também).  Dormi em uma cabana, e foi incrível, porque as hienas chegam pertinho a noite, tem manada de elefante passando perto de madrugada… MUITO MASSA!

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Camping no Kruger

 

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Elefante selvagem
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Hienas, perto do acampamento
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Elefante Selvagem

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Insira um título

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Como eu disse em postagens anteriores o GAME 4×4 (ou Safari), é literalmente um jogo, pois pode-se ou não encontrar os animais.  Algumas pessoas não conseguem ver todos, nem após 4 dias de busca.

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Israel, nosso guia por 4 dias de safari.

É cansativo mas vale muito a pena. As histórias contadas pelos guias, a grandiosidade dos animais, e nos depararmos com a nossa fraqueza, muda a vida.

Todo o pacote (contando passagem aérea, hospedagem em Johannesburg e o Safari, desembolsei R$ 2,000.00 em 2011, aproximadamente).

Para este passeio é necessário dispor de pelo menos 5 dias (4 dias só no Safari) pois é necessário estar em Johannesburg as 6:00 a.m. para a saída rumo ao Kruger Park.

A chegada acontece 4 dias depois a noite.

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Existem outros pacotes de menos dias no Kruger. Mas como é uma das experiências mais incríveis na África, recomendo que sejam dedicados mais dias a ele.

Game Lodge

Antes de ir parar no Kruger, fiz um Safari menor no caminho do Garden Route [rota bem famosa que vai da Cidade do Cabo até Port Elizabeth].

Neste lodge, é possível ver o BIG FIVE (Leão, Leopardo, Búfalo, Rinoceronte e Elefante), mas é bem menor.

Você consegue ver os bichos mais de perto. No entanto, essas reservas geralmente são “arranjadas”, ou seja, foram montadas, cercadas e os animais foram postos lá, não é onde nasceram.

É possível tirar boas fotos neste tour que leva cerca de 3 horas sobre um carro aberto.

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Para este Safari, é interessante fazer o Garden Route (Rota 62 pelo litoral Sulafricano), é o que vale mais a pena. TODA trip do Garden Route custou ficou em torno de R$1.000,00 (em 2011) + extras opcionais (Game 4×4 100,00 reais aproximadamente), e você dispõem de 4 a 5 dias. Nesses dias você conhece muitas praias, passa por santuários de Elefante parques nacionais e etc.

Safaris em Cape Town e Wine Lands

Existe ainda”safaris menores” em Cape Town, que custam em torno de R$150 reais, em que você com certeza verá a maior parte dos bichinhos, mas é no esquema quase zoológico. Não tem aquele ritmo aventureiro de vida selvagem, como no Kruger.

NO ENTANTO,  se a ordem é não gastar muito e tempo em Cape Town é pouquíssimo, uma opção em que você consegue ter contato com os bichos, mas que NÃO é safari, é o tour pelas WINE LANDS, em Cape Town.

Lá, além de provar os vinhos, é possível conhecer as CHEETAS [guepardos] – um dos animais mais rápidos do mundo –  e conhecer um viveiro de pássaros MUITO MASSA.

Wine Lands, Cape Town - Africa do Sul

Este Tour dura pelo menos meio dia.

Wine Lands, Cape Town

Seja qual for a sua escolha de safari, fique tranquilo pois a África do Sul foi a melhor de todas. Com certeza será uma das maiores experiências da sua vida.

Respeite e entenda a vida selvagem e a natureza de cada um.

Se tem alguma dúvida, quiser mais infos, comentem aqui ou me mandem e-mail no bah.almeida89@gmail.com

 

O que é OCA? (Reflexões tardias)

A oportunidade surgiu.

Depois de uma semana sem nenhuma oração, comecei a me sentir sozinha e a pensar: Caramba, não era eu a pessoa que dizia nunca estar só?

Voltei a falar com ELE.

Eram muitas as novidades, muitas atividades, amigos, ingles… tinha esquecido pelo cansaço, de orar.

APRENDI na OCA que Deus está sempre comigo, por que ele mora dentro de mim. Mas que quando a nossa alma fica maior do que o espírito, sentimos falta de Deus.

Sinceramente, algumas escolhas no meio do caminho não foram boas, e agradeço pelo arrependimento instantaneo na constatação: O MEU LUGAR NÂO É AQUI.

Perdi oportunidades de falar de Deus, talvez não fosse mesmo o momento, e comecei a pedir isso pra Deus. Cara, me ajuda. Preciso da oportunidade, me coloca no lugar certo na hora certa.

Dito e feito.

No dia seguinte de todo esse meu martirio culposo, alguém me pergunta, a caminho da pizzaria em Jeffreys Bay, o que é a OCA?

Meu sorriso foi de orelha a orelha.

Expliquei o que é a Olaria Casa de Adoração, e o porque dos dizeres FREEDOM, CHOICES AND DREAMS na minha jaqueta.

Cara, explicar o que é fé para um londrino ateu, holandes agnóstico, em ingles, não é nada fácil.

Rapidamente, aqui vai o que eu disse pra eles.

A OCA é o núcleo jovem da igreja pentecostal Casa do Oleiro, fica no bairro de Pirituba, em São Paulo.

Encontrei lá ensinamentos de vida e comportamento, que me fizeram sentir mais perto de Deus.

É como se fossemos cegos e sentissemos a água. Não sabemos o que é. Não temos certeza de onde vem, nós só sentimos e por isso sabemos que existe.

Algumas vezes Deus é uma briza, em outras furacão.

Mas o mais importante de TUDO é que Deus não se crê, se sente.

é isso,

Bah

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