Estudar inglês na África do Sul
Estudar inglês na África do Sul.
Aqui seguem as impressões de uma aluna brasileira que passou um mês na África do Sul, com 3 semanas de aula.
O primeiro facilitador para aprender eh que você eh meio que obrigado a falar inglês pra se comunicar com qualquer um. Comprar água, almoçar, perguntar a direção de um ônibus ou qualquer outro local, conhecer gente de outro pais e etc.
Não tem pra onde fugir, alguma coisa vc vai aprender.
O maior dificultador evidente em estudar inglês na South África, eh que todos os brasileiros coicidentemente tiveram a mesma ideia que vc. Tem MUITO brasileiro nas escolas lá. Cerca de 70% da escola em determinadas épocas, chega a ser brasileira.
O que pode ser um dificultador mas não um impossibilitador.
Eu tive sorte de fazer muitos amigos alemães, que diga-se de passagem, eh o segundo pais depois do Brasil, em intercâmbio na Africa do Sul, o que foi massa pois eu sou freek out em conhecer novas culturas, logo, ou eu falava, ou eu falava.
Sobre os amigos brasileiros.
Apesar de ser bem comunicativa em meu hábitat natural, na SA adotei uma política de “não vim pra fazer amigos, vim para descansar”; logo, os amigos que eu fiz, estavam tbm na mesma intenção que eu ou além: A de falar inglês e conhecer novas culturas.
Indo ao que interessa, fizemos o pacto do inglês. Nos falávamos inglês, mesmo sozinhas no quarto. Tudo virou tão automático que ando cheguei no Brasil, falei até sorry pra menina do caixa da Casa do Pão de Queijo. Rs
Tudo vai do seu objetivo e de não se importar com o que os outros vão pensar de vc. Brasileiro adora ziar os outros.
O que mais tem lá eh gente que sabe falar inglês, mas que fala em português com vc. Isso, exageiro ou não, impede que vc se desenvolva.
Sotaque sulafricano. Um tópico a parte.
A África do Sul, especialmente Cape Town, eh formada por brancos, negros e pardos.
Os brancos com descendência em sua maioria britânica ou holandesa, os
pardos arábica ou indiana, e os negros, de uma das 11 etnias sulafricanas nativas.
Digo 11 pois eh o número de dialetos oficiais Da África do Sul, existem muitas outras etinias que compõem o pais.
Em Cape Town a maioria doa negros descendem da cultura Xhosa.
Isso combinado a colonização britânica, da ao sotaque um molejo diferente.
Acredito que por conta disso, a paciência em te ensinar a falar e se fazer entender eh gigante.
Pois o inglês também não e’ a primeira língua deles.
Primeiro aprenderam algum dialeto em casa com os pais, ou Zulu ou Xhosa por exemplo e depois o inglês, pra se comunicar.
Amei!
So’ não deu tempo de ter aprendido Xhosa. Uma pena.
Mas tudo bem, fica pra próxima.
Bem próxima.
Beijos,
Bah
Garden Route – ADDO Elephant Park
O Garden Route é uma boa pedida para quem vai pra África do Sul, e quer conhecer um pouco mais do país.
Trata-se de uma trip organizada pela maioria das agencias de turismo, que vai pela rota 62, ou até Port Elizabeth ou até Jeffrey´s Bay.
Caso queira visualizar os MAPAS POLÍTICO E FÍSICO, clique aqui.
As paradas são sensacionais, apesar de cada agencia ter o seu roteiro.
Uma das mais emocionante sé com certeza o ADDO ELEPHANT NATIONAL PARK.
O Addo é uma dos maiores parques nacionais com elefantes da África do Sul. Só perde para o Kruger National Park.
Lá fizemos um Game (1) no nosso proprio carro, até ficarmos bem pertinho deles.
É realmente lindo.
Parada que não pode faltar.
Back in Brazil
Do que é feito um projeto?
Este foi o primeiro começo de ano da minha vida, que não inicio fazendo planos e promessas, nem pra mim, nem pra Deus.
Nada de pular sete ondas, nada de suspiros de um mundo melhor.
Comecei o ano indignada, me perguntando POR QUE eu demoro tanto tempo, para fazer aquilo que eu tenho vontade. Por que?
Por que sempre eu quero ser uma pessoa que eu ainda não sou. Por que?
Ir pra África do Sul, me mudou tanto por dentro que eu me vi um retangulo querendo se encaixar dentro de um triangulo, ou vice e versa, assim que voltei para o Brasil.
Anyway…
Eu decidi então orar para que as oportunidades certas surjam.
Perguntar pra mim mesmo se é um caminho que me leve a algo bom e mandar ver.
Essa foi a grande mudança. Não há promessa, há decisão na oportunidade.
Pensando nisso, que aceitei a proposta das malucas da minha igreja de correr a São Silvestre, aqui em São Paulo, no último dia de 2012.
Maluco né?
Pra quem sempre odiou academia e amou natureza, colocar um desafio de correr uma maratona, parecia algo tão distante, assim como conhecer a África um dia foi.
Mas como projetos não se fazem apenas com desejos e promessas, hoje pela manhã estávamos nós: Cibele, Maroca, Paty e eu no parque Florestal do Horto, na zona Norte de SP, prontas para o nosso primeiro treino.
Foi massa!
Aprendi que além do desafio, temos que superar as barreiras que nós mesmas colocamos na nossa vida.
Eu não sou magrela, (estou bem longe disso) e nunca fui atleta.
Correr sem ficar esbaforida é algo bem distante pra mim.
Graças as meninas, hoje corri! =D
Eeeeeeeee! Aquecemos 30 minutos de caminhada power, e corremos 1min / para cada 4 de caminhada
Precisamos melhorar o ritmo, pegar firme, melhorar o tempo, mas pro primeiro dia, foi muito bom.
É isso, simples assim.
Vamos aos poucos, passo a passo, porque o final do ano está quase chegando.
risos,
Bah.
It is not polite…
O primeiro choque cultural, foi na viagem pro Garden Route (interior da Africa do Sul).
Éramos 5 brasucas, dois holandeses, dois alemaes, um britânico e uma espanhola, e nunca, mas nunca o Brasil me pareceu tão distante, como neste evento, em particular.
O suposto churrasco à que fomos convidados (com carne de Avestruz) iria começar as 19h.
Como uma boa brasileira, tratei de ir tomar banho antes do jantar, e me preparar para a noite que estava chegando.
Eram quase 18h, quando chegamos na pousadinha, com 1 banheiro, e um monte de gente pra se banhar.
Já entendeu que a conta não casou, né?
Churrasco pra gente, significa: Chegue a partir das 19h, e seja feliz.
Juro que não esperávamos que um churrasco seria algo quase sem fumaça, com hora para começar e 40 minutos de duração.
Bem, procedeu que a Holandezazinha (sim, ela merece dois “Zs” na palavra), começou a nos insultar (falar da gente para TODAS as outras pessoas) chamando-nos de mal educados pra baixo, por que na hora marcada de começar o churrasco, estavamos todas nos arrumando e nos embelezando. rs
Se vc nunca sentiu isso, tomara que não sinta. Alguém te recriminando, desdenhando e te condenando, por algo que simplesmente faz parte da sua cultura.
Pois a questão ali não era respeito, era apenas um choque de cultura.
Bem, parte das brasucas sairam da mesa p* da vida, e eu continuei lá, parada atonita, querendo VOAR no pescoço da gata.
Bem, virou que mexeu que consegui falar com ela e dar um toque sutil (quem me conhece sabe a sutileza) de que respeito é bom e conserva os dentes na boca.
Bem, não adiantou muito gastar minha saliva preciosa com ela. Ela (es) não entendem.
Bem ou mal, e cada um com sua peculiaridade, a Europa é “unida” por um mesmo senso comum. O Brasil, em contra partida, está muito distante de tudo isso.
Temos nossos proprios hábitos, diferenças, manias, linguagem, horários, comprometimentos, abandonos, compreensões, compartilhamento com o próximo, e o mais legal: engraçado e carinhoso.
Aqui vai, o que descobro sobre o meu pais, enquanto estava lá:
- Nós dividimos uns com os outros. É comum pra gente, dividir um refri no almoço, por exemplo, com uma amiga de trabalho, já que vc não vai tomar tudo mesmo.
- Nós somos muito engraçados. Amamos piadas, brincadeiras, festa, diversão.
- Nós fazemos amizade com os cozinheiros, faxineiros, guias, mendigos. Garçom então, são nossos preferidos.
- Futebol é muito mais presente na minha vida, nas minhas raízes, do que eu pensava. Assim como o samba.
- Nós comemos MUITO sal.
- Nós comemos muito bem.
- Nós temos muitas lendas e supertições enraizadas. (Tente explicar a lenda do Boto-cor-de-rosa para um gringo, ele vai achar que você é doido).
- Nós somos muito vaidosas.
- Nós somos muito noveleiros e alienados com a nossa própria política pública.
É isso.
Que nós possamos nos orgulhar e ENJOY OUR BRAZILIAN WAY.
Bah
The first culture shock happened on the trip pro Garden Route (interior of South Africa).
We were 5 brasucas (brazilian-girls), two Dutch, two Germans, a British and a Spanish woman, and never, but never seemed so far away Brazil, as in this event in particular.
The supposed barbecue that we were invited (with ostrich meat) would start at 7pm.
As a good Brazilian, I decided to take a shower before dinner, and prepare for the night that was coming.
It was nearly 6pm when we arrived at the lodgings, with just a bathroom, and a lot of people to take shower as well.
Already understand that the account is not married, right?
Barbecue for us (brazilians) means: “Arrive after half past 7pm, and be happy”.
I swear I did not expect that a barbecue would be something almost no smoke, to get hours and 40 minutes.
Well, that made the Little-Dutch (yes, little), began to insult us (speaking for ALL of the others) calling us not-polite down. All of this, because we’re not on the time match.
If you never felt it, hopefully it does not feel. Somebody berating, belittling, and condemning you for something that is just part of your culture.
Because definitly, there was no question about be or not to be polite, was just a culture-shock.
Well, part of the brasucas (brazilian Girls) were fkng angry, and left the table , and I went there, still stunned, wanting to fly in the neck of the cat.
Well, I got touched turned to talk to her and give a subtle touch (who knows me knows the subtlety) that compliance is good and keeps the teeth in the mouth.
Well, did not cut much spending my precious time with her. She does not understand.
For better or worse, and each with its own peculiarity, Europe is “united” by the same common sense. Brazil, starting in counter, is far from all that.
We have our own habits, differences, mannerisms, language, schedules, commitments, abandonments, understanding, sharing with others, the cooler, funny and caring.
Here’s what I discovered about my people while I was there:
- We share with each other. It is common for us to divide a soda at lunch, for example, with a colleague, since you will not even take it all.
- We are very funny. We love jokes, games, party and have fun.
- We make friends of cookers, cleaners, guides, beggars. Waiter then, are our favorites.
- Football is much more present in my life, in my roots, that I thought. And the samba as well.
- We eat too much salt.
- We eat very well.
- We have many legends and superstitions rooted. (Try explaining the legend of the dolphin-pink color to a foreigner, he will think you’re crazy).
- We are very vain.
- Most of us are alienated from our own public policy.
That’s it.
May we be proud of and ENJOY OUR BRAZILIAN WAY.
Bah & Google translate
Kirstenbosch – National Botanical Garden
Queria voltar nesse dia de sol.
O jardim botânico Nacional da Äfrica do Sul é sensacional.
Sensacional, no sentido literal da palavra: o que promove sensações.
Muitas flores, muitos tipos de árvore, e uma paz descomunal.
Neste dia que estivemos lá, eu e a Kelen, 24 de dezembro de 2011, o parque estava vazio e não tinha quase nenhum barulho além do das águas do riachinho.
Eu, preguicei e fiquei sentadinha na grama, enquanto a minha amiga desbravava o parque.
O parque é uma mistura incrível entre o natural e o natural com intervenção humana (intervenção respeitosa).
Me explico: muitas esculturas espalhadas, animais soltos, muito colorido, córregos, restaurantezinho com lanches maravilhosos (um dos melhores que comi em Cape Town) e bastante documentação de nomes, tipos de vegetação, relógio solar e etc.
Para chegar lá, tivemos que pegar um trem até Woodstock, e depois um taxi até lá. (Dá para ir apenas de taxi, mas quisemos economizar).
A entrada para estudante custa 25 rands, aproximadamente 6 reais.
Saudades, saudades, saudades desse dia, em que passei a tarde toda agradecendo a Deus pela minha viagem.
Parecia que ele estava na grama, deitadinho ali ao meu lado.
Talvez estivesse, realmente.
#ThankyouGod
Table Mountain
Um dos cartões postais de Cape Town e da África do Sul, a Table Mountain foi uma das primeiras coisas que vi, ao sair do aeroporto, à noite, rumo a Sea Point, bairro da escola onde eu moraria por um mês.
A Table Mountain é uma montanha rochosa com o cume reto, que lembra uma mesa. A entrada para subida no ponto mais alto, fica atrás de Camps Bay.
É um dos Top 10 de Cape Town, com certeza. A vista é linda, demais, sensacional, inefável. Vale MUITO A PENA.
Para subir é possível por três caminhos: ou de bonde, ou a pé ou escalando.
Para subir a Table por qualquer um dos caminhos é necessário tomar alguns cuidados antes:
Primeiro, verificar se está funcionando. O tempo muda constantemente por lá. As vezes está o meior calorão e a plataforma está fechada, ou por conta dos fortes ventos (que segundo Kapstadianos pode chegar a 150km/h), ou por conta de nebulosidade absurda no topo, impedindo a visão ou compromentendo a segurança dos visitantes. De qualquer forma, basta entrar no site, ou pedir para o hotel ou escola ligar para o sac da Table Mountain e consultar as condições climáticas do momento.
Segundo, em caso de escalada ou caminhada, o ideal é consultar o agente do hotel ou da escola, pois o ideal é verificar se escalada ou trilha está aberta para o dia, e se possuem guias ou grupos para ambas opções.
Terceiro e nao menos importante, leve blusão de frio. É melhor carregar do que passar o frio que pode chegar no topo. Eu já contei aqui, que passei um dos frios maiores da minha vida, com sensação térmica no topo de 2oC, ventos de 60km/h e QUASE fui para o hospital, pois as mudanças de temperatura (frio congelante por muitas horas e repentinamente taxi com 24oC), quase me fizeram ter um choque térmico inverso. Graças a Deus, um banho de 1h30 bem quente de imersão, analgésicos prar dores de cabeça e anti térmicos, resolveram o problema.
Como chegar: Se estiver em Cape Town, existem aqueles onibus Hop on – Hop off, que fazem um tour pela cidade. Podem te deixar lá e em muitos outros lugares, por aproximadamente 200 rands (50 reais). Eu fui de taxi com mais 6 pessoas (Em Cape Town existem taxis para até 8), sendo que ida e volta custaram cerca de 100 rands (por pessoa).
Quanto custa: Infelizmente não cheguei a pesquisar os valores de escalada e trilha (voce pode checar aqui no site da companhia), mas para subir, o valor é de 195 rands por pessoa (valores de dezembro 2011). Tem valores especiais para crianças (até 17 anos) e idosos.
Sem dúvida vale a pena, é uma das vistas e visitas mais bonitas de Cape Town.
Tipos de Safari, África do Sul
Muita gente, mesmo lá na África do Sul, fica muito em dúvida sobre o que fazer principalmente quando o assunto é Safari.
Parece quase uma obrigação quando falamos que estamos indo para a terra do SIMBA, cair no mato para ver os bichinhos.
Eu pesquisei algumas coisas e aqui vão alguns toques na hora de decidir o que fazer ou não.
Na minha cabeça, o que ficou mais marcado com relação à Africa do Sul, é que lá é o melhor lugar do mundo para ter contato direto com os animais, por isso, que ao meu ver, vale sim muito a pena aplicar seu dim dim nesse tipo de aventura.
Para escolher o safari, é preciso levar em consideração quanto tempo vc tem disponível e o quanto de money pretende gastar.
O Kruger Park
O Kruger National Park é o maior Safari da África. Se você curte muito animais e quer realmente sentir a vibe de vida selvagem, lá é o melhor lugar.
Todos os animais lá, meio que nasceram naquela região. E TUDO é natural (lagos rios florestas, descampados, vegetação e e etc)
Consiste em passeios diários na reserva a fim de encontrar os animais.
Eu estive no Kruger durante 4 dias.
Fiquei no acampamento. É massa porque tem escorpião embaixo da tenda, as hienas chegam pertinho a noite… tem manada de elefante passando perto de madrugada… MUITO MASSA!
Como eu disse em postagens anteriores o GAME 4×4, é literalmente um jogo, onde vc pode ou não, encontrar os animais.
Teve gente que não conseguiu ver o leão em 4 dias de busca. Já nós, por exemplo, não vimos o Leopardo.
É cansativo mas vale muito a pena. Todo o pacote (contando passagem aerea, hospedagem em Johannesburg e o Safari, desembolsei 2.000 reais, aproximadamente).
Antes de ir parar no Kruger, fiz um Safari menor no caminho do Garden Route.
Neste lodge, eles tem o BIG FIVE (Leão, Leopardo, Búfalo, Rino e Elefante), mas é bem menor.
Você consegue ver os bichos de perto tbm, e se tiver sorte, consegue ver o BIG FIVE. No entanto, é aquele negócio, a reservas geralmente são “arranjadas”, ou seja, foram montadas, cercadas, os animais foram postos lá, não é onde nasceram.
Para este Safari, voce tem que fazer o Gardem Route (Rota 62 pelo litoral SulAfricano), é o que vale mais a pena. (TODA trip do Gardem Route – vou postar coisas especificas desta trip – ficou em torno de 1.000, + extras opcionais (Game 4×4 100,00 reais aproximadamente).
Existem “safaris menores” em Cape Town, que custam em torno de 150 reais, em que vc com certeza verá a maior parte dos bichinhos, mas é no esquema quase zoologico. Não tem aquele ritmo aventureiro de vida selvagem, como no Kruger.
NO ENTANTO, se a ordem é não gastar muito e tempo em Cape Town é pouquíssimo, uma opção em que você consegue ter contato com os bichos, mas que NÃO é safari, é o tour pelas WINE LANDS, em Cape Town.
Lá, além de provar os vinhos, é possível conhecer as CHEETAS – primo próximo do Leopardo – , e conhecer um viveiro de pássaros MUITO MASSA.
Fiz esse tour, viabilizado pela LAL (escola de ingles), e tinha a opção de entrar na gaiolinha das Cheetas para passar a mão nelas. Custava cerca de 25 reais – somente a experiencia das Cheetas. Não fiz, mas me arrependi, pois o bichinho é lindo.
Neste mesmo tour, dá para conhecer um viveiro de pássaros e ter contato com as corujas e águias. Muito bacana também. São LINDAS!
Se tiverem alguma dúvida, quiserem mais infos, comentem aqui ou me mandem e-mail no bah.almeida89@gmail.com
bjs!
Bah
O que é OCA? (Reflexões tardias)
A oportunidade surgiu.
Depois de uma semana sem nenhuma oração, comecei a me sentir sozinha e a pensar: Caramba, não era eu a pessoa que dizia nunca estar só?
Voltei a falar com ELE.
Eram muitas as novidades, muitas atividades, amigos, ingles… tinha esquecido pelo cansaço, de orar.
APRENDI na OCA que Deus está sempre comigo, por que ele mora dentro de mim. Mas que quando a nossa alma fica maior do que o espírito, sentimos falta de Deus.
Sinceramente, algumas escolhas no meio do caminho não foram boas, e agradeço pelo arrependimento instantaneo na constatação: O MEU LUGAR NÂO É AQUI.
Perdi oportunidades de falar de Deus, talvez não fosse mesmo o momento, e comecei a pedir isso pra Deus. Cara, me ajuda. Preciso da oportunidade, me coloca no lugar certo na hora certa.
Dito e feito.
No dia seguinte de todo esse meu martirio culposo, alguém me pergunta, a caminho da pizzaria em Jeffreys Bay, o que é a OCA?
Meu sorriso foi de orelha a orelha.
Expliquei o que é a Olaria Casa de Adoração, e o porque dos dizeres FREEDOM, CHOICES AND DREAMS na minha jaqueta.
Cara, explicar o que é fé para um londrino ateu, holandes agnóstico, em ingles, não é nada fácil.
Rapidamente, aqui vai o que eu disse pra eles.
A OCA é o núcleo jovem da igreja pentecostal Casa do Oleiro, fica no bairro de Pirituba, em São Paulo.
Encontrei lá ensinamentos de vida e comportamento, que me fizeram sentir mais perto de Deus.
É como se fossemos cegos e sentissemos a água. Não sabemos o que é. Não temos certeza de onde vem, nós só sentimos e por isso sabemos que existe.
Algumas vezes Deus é uma briza, em outras furacão.
Mas o mais importante de TUDO é que Deus não se crê, se sente.
é isso,
Bah
O Verdadeiro diamante africano I
Tinha um post prontinho pra escrever, mas hoje me deu vontade de escrever o que esta no meu coração. Então, vamos lá.
Não fui pra Africa com intenção de fazer caridade.
A pessoa que mais precisava ser tratada no meu mundo era eu.
Por fora, até tinha uma bela viola (como diria vovó), mas por dentro o pão estava mesmo bolorento, mofado, úmido e completamente fechado.
O tempo em São Paulo, estava me deixando fria, crescendo com uma maturidade falsa, forçada, sem tesão.
Eu sempre soube que a viagem seria boa, mas não imaginava que seria tanto.
Abriu meus horizontes, renovou o que eu tinha por dentro e mudou o meu caminhar, mas não o meu caminho.
Me fez encarar com mais seriedade o que tenho pra enfrentar este ano, me fez entender o que é perseverança, objetivos e real vocação pra vida.
Neste ano de 2012, tenho a sensação muito grande de trabalho duro, e precisarei ter muita persistência e resignação pois a coisa não vai ser fácil. Não mesmo.
Mas independente da facilidade do ano ou não, sei que conseguierei edificar a minha vida.
Eu escolho uma “casa” simples, com qualidade de vida e escolho trabalhar com pessoas, história e arte. Não dá mais pra fugir.
Claro que isso ainda não é possível, pois preciso organizar a minha casa, meus conhecimentos, os meus compromissos e encaixar todas as peças do quebra-cabeça, que ainda estão soltas.
E o mais importante, PARAR de CULTUAR o que eu não gosto na minha vida e todas as coisas que parecem dificeis e desagradáveis.
Deus me ensinou muita coisa nessa viagem, inclusive que o caminho mais facil para o que queremos é ter o coração aberto para pedir e ser atendido. E O MAIS IMPORTANTE, COM FELICIDADE E HUMILDADE.
Obrigada aos SulAfricanos e todos que passaram por mim nesse mes, pois sem perceberem, me ajudarama reconstruir a minha vida.
Sei que é necessário manter a cabeça fora da água, para não se afogar.
é isso,
Bárbara
I had a post all ready to publish, but today I want to write what’s in my heart. So here we go.
I didn´’t go to Africa with the intention to give charity.
I was the person who most needed to be helped in my world.
Outside myself, even had a beautiful accoustic guitar (as Grandma would say), but inside the bread was really stale, musty, damp and completely closed.
The time in Sao Paulo, was making me cold, growing with a false maturity, forced, without stimulation.
I always knew that travel to South Africa would be good, but did not think it would be shit! (London slang)
It openned my horizons, renewed inside me and changed my walk, but not my way.
It made me look more seriously what I have to face this year, made me understand what perseverance means, goals and real vocation for life.
In 2012, I feel too big of hard work, and I will need a lot of persistence and patience because I feel that will not be easy. Not at all.
But regardless of the ease of the year or not, I know I could build my life.
I choose a ”home” simple, quality of life and choose to work with people, history and art.You can no longer get away.
Of course this is not possible to be right now, because I need to organize my home, my knowledge, my commitments and fit all the pieces of the puzzle that are still loose.
And most importantly, STOP to worship what I do not like in my life and all things that seem difficult and unpleasant.
God taught me a lot on this trip, including the easiest way to what we want is to have an open heart and ask to be served. AND MOST IMPORTANT, AND HAPPINESS WITH HUMILITY.
Thanks to all South Africans that I met this month, because helped me to re-build my life.
Now I know it’s necessary to keep head above water, to do not drown.
That’s all,
Bárbara & Google translate.


















